14 hotéis clássicos de Lisboa e do Porto, que contam muitas histórias

14 hotéis clássicos de Lisboa e do Porto, que contam muitas histórias

LISBOA 

York House 

Desde 1880 

Mrs. King e outra senhora inglesa, ambas da região de Yorkshire, abriram em 1880 uma hospedaria no Convento dos Marianos (1581), a pensar nos conterrâneos que passavam uns tempos em Lisboa. Só no início do século XX, este lugar que já tinha albergado um batalhão da Guarda Nacional (1835) e servido como hospital militar durante a epidemia de febre-amarela (1857), surge nos guias turísticos britânicos. O atual hotel de cinco estrelas, com 33 quartos e um bucólico pátio com hera e calçada portuguesa, haveria ainda de ser trespassado para duas francesas de apelido Chiron (1910) e mais tarde, em 1931, para um casal de origem francesa e judaica de apelido Goldstein (avós maternos da atriz Beatriz Batarda), responsável pelas sucessivas obras de remodelação e melhoramentos, com novas mobílias, banheiras e roupa, e decoração de interiores de Lucien Donnat, cenógrafo e figurinista da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro. Atualmente, o anfitrião é um grupo de investidores franceses. R. das Janelas Verdes, 32 > T. 21 396 2435 > a partir de €100 

Hotel Avenida Palace 

Desde 1892 

Foto: Luís Barra

O Grand Hotel Internacional surgiu dois anos após a inauguração da Estação do Rossio (1890), quando o comboio Sud-Express demorava 33 horas entre Lisboa e Paris. O edifício foi uma encomenda da Real Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses para os serviços administrativos da ferrovia, iniciada pelo arquiteto José Luiz Monteiro e terminada por Jean-Henry Duray, da companhia Wagons Lits. O janelão da fachada principal remete para a arquitetura do ferro da parisiense Gare du Nord.

As varandas do Avenida Palace testemunharam a queda da monarquia e o assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, em 1918. Também o Imperador Hirohito do Japão veio passar a lua-de-mel, em 1937, quando refugiados da Guerra Civil de Espanha aqui pernoitavam. Na II Guerra Mundial eram os espiões ingleses, alemães e norte-americanos que se cruzavam no hotel, que no 4.º andar tinha uma ligação secreta aos cais dos comboios. O comércio para a rua (loja de brinquedos Kermesse de Paris e alfaiataria Lourenço & Santos, gelataria A Veneziana), a decoração ao estilo Belle Époque, os bailes ao sábado com orquestra, a cozinha francesa à la carte e vários filmes rodados (A Mulher do Embaixador, O Conde de Monte Cristo, Passagem Por Lisboa, Chain Reaction) conferem ainda mais carisma a este cinco estrelas com 82 quartos, propriedade da empresa familiar Soportel. R. 1.º de Dezembro, 123 > T. 21 321 8100 > a partir de €250 

Ritz Four Seasons Hotel 

Desde 1959 

Foto: DR

Quem passar do lobby há de deslumbrar-se com o enorme arranjo floral, primeiro, e os trabalhos encomendados a artistas na época: as tapeçarias de Almada Negreiros, os cavalos-marinhos esculpidos por Lagoa Henriques, a coluna revestida a azulejos em relevo de Querubim Lapa. “Opulento de grandeza, o Hotel Ritz”  titulava o jornal O Século a propósito da sua inauguração, um projeto do arquiteto Porfírio Pardal Monteiro, decidido por vontade de Salazar, para um País que, no pós-guerra, se queria modernizar e abrir ao turismo. Além das peças de arte, havia o trabalho de decoração feito pela Fundação Ricardo Espírito Santo, boutiques, uma barbearia, restaurantes e até uma discoteca, a Carrossel (fechou em 1974). Hoje, o Ritz continua a receber os hóspedes como no primeiro dia. A qualidade do serviço é assegurada por uma máquina afinada que trabalha para lá dos olhares, em milhares de metros quadrados de corredores e com a ajuda de 12 elevadores de serviço. Desde a primavera de 2021, os clientes deste cinco estrelas com vista para o Parque Eduardo VII podem usufruir de quartos e suítes renovados, uma piscina com música subaquática ao ar livre com bar e do terraço do Ritz Bar.  R. Rodrigo da Fonseca, 88 > T. 21 381 1400 > a partir de €1 175 

Métropole 

Desde 1917 

Um dos quartos do Métropole, com uma localização privilegiada. Foto: Luís Barra

A porta é discreta, por isso vale a pena ir atento para poder admirar-lhe a fachada de estilo romântico, a única no Rossio. O Métropole, no mesmo passeio do Café Nicola, foi o primeiro de uma série de hotéis que Alexandre de Almeida, nascido no Luso, transformou ou criou em Lisboa, enquanto empresário hoteleiro. Quem subir as escadas encontra hoje um lugar que o seu neto soube adaptar àquilo que os turistas procuram numa estada de curta duração para conhecer a cidade: a localização (privilegiadíssima), o conforto e o charme de outros tempos (além de peças de época, tem outras que vieram do Francfort Hotel, do outro lado da praça, e do Hotel de l’Europe (hoje Bairro Alto Hotel), inaugurados também pelo fundador do grupo). Tudo o que se vê, aliás, do bar aos 36 quartos (em quatro pisos), resultou das obras de remodelação, entre 1991 e 1993, a única altura em que o hotel esteve fechado. Uma curiosidade para rematar: no filme A Canção de Lisboa (1933), quando as tias do cábula Vasquinho vêm à capital é no Métropole que ficam hospedadas. Pç. D. Pedro IV, 30 > T. 21 321 9030 > a partir de €109 

Tivoli Avenida Liberdade 

Desde 1933 

Foto: DR

Ao percorrer a avenida mais luxuosa da capital, há um hotel que traduz o empreendedorismo de há um século. O primitivo Tivoli, no Palacete Rosa Damasceno, materializava a determinação de dois jovens beirões, radicados em Lisboa: José Cardoso e Joaquim Machaz. Tudo tinha começado, em 1926, como pensão e do outro lado da Avenida da Liberdade, num pequeno prédio encostado ao edifício do então denominado music-hall cinema Tivoli. O hotel haveria de funcionar no antigo palacete até à construção de um moderno edifício de oito andares encimados por um restaurante e danceteria, sob o risco do arquiteto Pardal Monteiro. A este edifício, inaugurado a 1 de julho de 1957, seria acrescentado um outro, na década seguinte, no espaço deixado livre pela demolição do antigo hotel. Se a história do Tivoli regista uma lista infindável de celebridades, há uma hóspede, porém, que se destaca: a atriz Beatriz Costa viveu no Tivoli durante mais de 30 anos, até à sua morte, em 1996. O quarto 600 pode não ter resistido às grandes obras de 2017, mas há uma suíte de 77 metros quadrados com o seu nome, e decorada com peças do espólio da estrela de A Canção de Lisboa. Av. da Liberdade, 185 > T. 21 319 8900 > a partir de €253 

Hotel Britania 

Desde 1944 

Foto: DR

Natália Correia era assídua e aqui escreveu durante os cerca de 30 anos em que o marido, Alfredo Machado, geriu o então Hotel do Império. O nome Britania é de 1976, quando os atuais coproprietários, Luís e Ana Alves de Sousa, ficaram com o hotel. Desde aí, várias intervenções trouxeram de volta o chão original dos quartos, de cortiça da Fábrica Mundet, o mobiliário da Móveis Costa, o lanternim da biblioteca onde se toma o pequeno-almoço, as pinturas e os frescos do bar, e as memórias de hóspedes ilustres, da atriz Carmen Sevilla a Vinicius de Moraes, que têm direito a quartos com o seu nome. O desenho original de Cassiano Branco incluía uma bela porta de entrada de vidro e ferro, que só seria instalada em 1997. R. Rodrigues Sampaio, 17 > T. 21 321 8200> a partir de €125 

Hotel Borges 

Desde 1882 

Foto: DR

Na antiga Rua das Portas de Santa Catharina (Rua Garrett), vizinho do armazém de pianos Guilherme Steglich e da loja Matta Júnior – Músicas e Pianos, da Pastelaria Benard, da Livraria Sá da Costa (atual alfarrabista), da retrozaria Irmãos David (agora sapataria Zilian), o Grande Hotel Borges servia “jantares de mesa redonda pelo preço de 700 reis, são verdadeiros opíparos e de um gosto delicadíssimo”. Em meados dos século XX, nos anúncios de jornal lia-se: “Offerece aos senhores forasteiros bons quartos para 160 hóspedes, magníficos aposentos para famílias, estabelecimentos de banhos (de tina, duches, circular e de agulheta), callista, carruagens, ascensor e telephone.”

No Chiado, perto de grandes teatros da cidade, São Carlos, Trindade e da República (atual São Luiz), o hotel teve António de Oliveira Salazar como hóspede, tenha sido pelo amor escondido por Maria Laura Campos ou pela luso-sueca Mercedes Feijó. Foi também deste três estrelas que Maurice Béjart, bailarino e coreógrafo francês, foi levado pela PIDE, em 1968, para um posto fronteiriço espanhol, depois de um discurso contra a ditadura no Coliseu dos Recreios. Antes de ser afetado pelo incêndio do Chiado, em 1988, o hotel serviu de cenário ao filme O Lugar do Morto (1984), de António-Pedro Vasconcelos. R. Garrett, 108 > T. 21 045 6400 > a partir de €70 

Hotel Mundial 

Desde 1958 

Restaurante Varanda de Lisboa no Hotel Mundial. Foto: José Carlos Carvalho

As muitas alterações sofridas ao longo de décadas fazem com que hoje seja já difícil identificar as linhas do projeto original dos arquitetos Porfírio Pardal Monteiro e Elísio Summavielle, responsável pelo desenho de interiores e pelo mobiliário. Na Praça Martim Moniz, o edifício foi inicialmente projetado para ser a sede da Companhia de Seguros A Mundial, mas acabou por ser adaptado para hotel, com a classificação de 1.ª Classe A, à época, a mais elevada. Na altura, tinha 150 quartos (hoje são 349, fruto de quatro ampliações), dois bares (o Americano, no rés do chão, e o Oriental, no terraço) e sala de refeições, onde funciona o restaurante Varanda de Lisboa, com uma das melhores vistas sobre a Baixa e um serviço de sala que ainda faz crepes Suzette à frente dos clientes. Pç. Martim Moniz, 2 > T. 21 884 2000 > a partir de €125 

Hotel Duas Nações 

Desde 1879 

Foto: DR

Quando Felizardo da Lima Sertã abriu o Grande Hotel das Duas Nações, com “bons e bem mobilados quartos”, no centro da Rua Augusta, esquina com a Rua da Victoria, prometia “preços excessivamente módicos” – uma diária nesta altura custava a cada hóspede entre 1$300 e 2$500 réis – e “aceio garantido” com “casas de banho frios, quentes e de chuva”. O Duas Nações ficava próximo de teatros, comércio (Casa Africana e Alfaiataria Ribeiro & Silva), estações dos caminhos de ferro, alfândega, telégrafo, secretarias de Estado e casas bancárias. Em 1907, com novo dono, José Marques, o hotel é remodelado e passa de um para cinco pisos. Com uma sala de jantar para 80 pessoas, servia “comidas por lista”, “excellente serviço de cozinha á franceza, hespanhola e portugueza”. A partir de 1926, os hóspedes podiam contar com serviço de carruagens e automóveis para melhor visitar a cidade. Hoje, com 58 quartos, mantém-se a meio caminho entre a Praça do Comércio e o Rossio, num vaivém turístico. Embora não tenha sido o primeiro hotel de Lisboa, é um dos mais antigos em atividade. R. da Vitória, 39 > T. 21 346 0710 > a partir de €50 

PORTO 

Grande Hotel do Porto 

Desde 1880 

A 8 de dezembro de 1922, Gago Coutinho e Sacadura Cabral foram recebidos por um mar de gente na Rua de Santa Catarina, quando iam pernoitar no Grande Hotel do Porto, após terem feito a primeira travessia aérea do Atlântico. O momento está retratado a preto-e-branco, junto à receção do hotel projetado pelo arquiteto Silva Sardinha. Não fosse a renovação das áreas comuns e dos 89 quartos – há oito suítes com o nome de, entre outros, Manoel de Oliveira, que aqui gravou cenas de filmes, Guilhermina Suggia, Eça de Queirós e, claro, Gago Coutinho/Sacadura Cabral –, e diríamos que um século e meio não passou por aqui. A atmosfera do século XIX sente-se na porta giratória da entrada, nos lustres, nas colunas em granito da sala/biblioteca onde se admiram as fotos e dedicatórias de Agustina Bessa-Luís, Miguel Torga, Fernando Assis Pacheco ou Sophia de Mello Breyner. Ou mesmo na suíte Petropólis, em que, apesar da decoração vintage a remeter para a cidade brasileira fundada por D. Pedro II, se conta que foi neste quarto que falecera D. Teresa Cristina, mulher do Imperador do Brasil, em 1889. R. de Santa Catarina, 107 > T. 22 207 6690 > a partir €99 

Grande Hotel de Paris 

Desde 1877 

Foto: Lucília Monteiro

Ostenta o título de mais antigo do Porto este hotel que começou por ser uma “sucursal do Hotel de Paris, de Lisboa”, o primeiro a ter água quente nos quartos, onde os viajantes encontravam “a maior limpeza”, “quartos espaçosos, arejados, boas salas com muita luz, totalmente tapetadas”, lê-se num anúncio da época. Símbolo da Belle Époque, recebeu Rafael Bordalo Pinheiro, Eça de Queirós e Guerra Junqueiro, mas foi Camilo Castelo Branco o seu hóspede mais ilustre, que aqui viveu alguns anos, no quarto 17, encantado com os cozinhados de Dona Gertrudes. O quarto do autor de Amor de Perdição (cujo bicentenário se comemora neste ano) é, aliás, o único que mantém o número e mobiliário da época: cama, escrivaninha, baú e porta-malas de madeira. O hotel foi renovado em 2023 pela cadeia Stay Hotels, um projeto dos arquitetos Nicolau Sousa Lima e Miguel Rocha Reis que o expandiu para 79 quartos sem lhe retirar a atmosfera de outros tempos. R. da Fábrica, 27 > T. 22 207 3140 > a partir €120 

Hospes Infante Sagres 

Desde 1951 

Foto: DR

“O mais moderno hotel do País”, como descreviam os jornais da época, abriu dois dias antes das festas de São João com um baile de gala e duas orquestras no Salão Luís XVI (atual Sala Dona Filipa). Projetado pelo arquiteto Rogério Azevedo, discípulo de Marques da Silva, a mando do comendador Delfim Ferreira (que, em 1955, compraria a Casa de Serralves), o Infante Sagres marcou o Porto burguês durante décadas. O primeiro cinco estrelas da cidade mantém os vitrais de Ricardo Leone na escadaria, as flores em folha de ouro nas portas de ferro e o banco dentro de um dos elevadores. Tudo num hotel “da mais elevada categoria, digno de acolher as personalidades de maior representação e os turistas habituados ao Grande Mundo”, escrevia o jornal O Comércio do Porto. E foram muitos os que escolheram “o Infante” para pernoitar ao longo das últimas décadas: Mário Soares, o dalai-lama, U2, John Malkovich ou Robbie Williams. Recentemente, renovaram-se as áreas comuns e os 85 quartos inspirados n’Os Lusíadas e na epopeia dos Descobrimentos. Pç. D. Filipa de Lencastre, 62 > T. 22 339 8500 > a partir €380   

Hotel Pão de Açúcar  

Desde 1953 

Foto: Lucília Monteiro

Reza a história que a primeira pedra deste edifício, que antes de ser hotel funcionou como uma policlínica da Previdência, foi lançada no dia em que começava a II Guerra Mundial: 1 de setembro de 1939. Projetado pelo arquiteto José Bastos, o edifício tem seis pisos (64 quartos) ligados por uma escadaria em caracol, simbolizando a influência do modernismo da arquitetura dos anos 50. Pela proximidade com as salas de espetáculo, foram vários os artistas que aqui pernoitaram – o nome de Amália Rodrigues consta no livro de hóspedes (27 de dezembro de 1954). Desde que foi adquirido pelo grupo Barrias, há mais de uma década, o hotel tornou-se um mostruário de peças vintage, movido pela paixão de Filipe Barrias pelo colecionismo: há carrinhos de choque, que antes animavam as tardes no Palácio de Cristal, antigos cartazes de publicidade, máquinas de slides, rádios a pilhas, embalagens de produtos (Ovomaltine dos anos 50), antigas máquinas registadoras ou personagens da Disney… É um hotel, mas bem podia ser um museu. R. do Almada, 262 > T. 200 2425 > a partir €115 

Hotel Boa-Vista 

Desde 1835 

Julga-se que terá nascido em 1835 num Convento de Frades, em frente ao Forte de São João Baptista da Foz, mas do qual só resta a fachada. Nos anos 60 e 70 do século XIX, era o hotel eleito pela burguesia para ir a banhos no verão. Numa crónica de 1863, descrevia-se: “Há na Foz quatro centros de conversação: a praia, de manhã; a Cantareira, de tarde; a botica, a qualquer hora; e o bilhar do Hotel da Boa-Vista onde se marcam as carambolas, se discutem as tacadas, e se analisam os truques e os repiques…” Há muito não existem mesas de bilhar nem o restaurante que o tornou famoso em 1880 por servir “da uma hora em diante, jantares, constando de cinco entradas, vinho e sobremesas, a 500 reis”. Com 71 quartos, tem no terraço com piscina semicoberta, uma das mais belas vistas para a foz do Douro. Esplanada do Castelo, 58 > T. 22 532 0020 > a partir €116 

Hotel Internacional 

Desde 1905 

A escadaria, as arcadas, as colunas e as esculturas de pedra (há uma de São João, com 1 200 quilos), bem como os painéis de azulejos azuis nas paredes dos três pisos (35 quartos), são o testemunho das origens deste hotel que terá sido “uma hospedaria para caixeiros-viajantes, homens de negócio que vinham ao Porto e pernoitavam na cidade”. Situado na esquina das ruas do Almada e da Fábrica e gerido pelo grupo Barrias desde 2014 – proprietários dos cafés históricos Majestic e Guarany –, mantém parte do mobiliário da época, como as cadeiras e mesas no bar e no restaurante Almadinha (fechado desde 2020), além de um icónico sino num dos pisos “que serviria como um alarme de incêndio”, acredita Fernando Barrias, o responsável. O piano do início do século XX, na sala de estar, pode ser tocado pelos clientes do Internacional, que outrora acolheu a Sociedade Filarmónica Portuense e o Botequim das Hortas, um dos mais concorridos da cidade entre 1820 e 1880.  R. do Almada, 131 > T. 22 200 5032 > a partir €95 

Mais na Visão

Mais Notícias

Maria João Ruela reúne família na apresentação do seu primeiro livro

Maria João Ruela reúne família na apresentação do seu primeiro livro

A lingerie de Júlia Palha e Margarida Corceiro

A lingerie de Júlia Palha e Margarida Corceiro

Adalberto Ribeiro: “Não procuramos seguir modas nem programar em função do que é mais mediático. Procuramos artistas que tenham autenticidade, qualidade e algo para dizer em palco”

Adalberto Ribeiro: “Não procuramos seguir modas nem programar em função do que é mais mediático. Procuramos artistas que tenham autenticidade, qualidade e algo para dizer em palco”

O futuro da energia é agora

O futuro da energia é agora

Bernardina faz cirurgia plástica (veja as imagens!)

Bernardina faz cirurgia plástica (veja as imagens!)

É agora que o clima vai voltar a ser urgente?

É agora que o clima vai voltar a ser urgente?

Ovos

Ovos "ilibados" no caso do colesterol

Samsung vai lançar smartphone dobrável tríptico até final do ano

Samsung vai lançar smartphone dobrável tríptico até final do ano

Opinião | MEO Commedia a La Carte Fest: ainda estão a tempo de cancelar Jerry Seinfeld

Opinião | MEO Commedia a La Carte Fest: ainda estão a tempo de cancelar Jerry Seinfeld

António Casalinho: ninguém o pára

António Casalinho: ninguém o pára

Fadistas em biquíni e a banhos. Veja as fotos!

Fadistas em biquíni e a banhos. Veja as fotos!

Stella McCartney: designer distinguida na Nat Gala

Stella McCartney: designer distinguida na Nat Gala

Guia de essenciais de viagem para a sua pele

Guia de essenciais de viagem para a sua pele

Fotografia: Os tigres de Maria da Luz

Fotografia: Os tigres de Maria da Luz

Salgueiro Maia, o herói a contragosto

Salgueiro Maia, o herói a contragosto

“Uma mãe-chimpanzé educa os filhos tal como uma mãe humana devia educar os seus”. Os ensinamentos de Jane Goodall numa entrevista a VISÃO

“Uma mãe-chimpanzé educa os filhos tal como uma mãe humana devia educar os seus”. Os ensinamentos de Jane Goodall numa entrevista a VISÃO

Parque Marinho Luiz Saldanha: Um mar abençoado, nas palavras e imagens do multipremiado fotógrafo Luís Quinta

Parque Marinho Luiz Saldanha: Um mar abençoado, nas palavras e imagens do multipremiado fotógrafo Luís Quinta

Jordana Brewster e Andrew Form terminam casamento de 13 anos

Jordana Brewster e Andrew Form terminam casamento de 13 anos

Bárbara Branco e José Condessa em cenas eróticas em

Bárbara Branco e José Condessa em cenas eróticas em "O Crime do Padre Amaro"

Cláudia Vieira junta-se a marca de

Cláudia Vieira junta-se a marca de "swimwear" para celebrar o Dia da Mãe

A fruta comum que têm mais de 1600 elementos e que os cientistas querem ver reconhecida como

A fruta comum que têm mais de 1600 elementos e que os cientistas querem ver reconhecida como "superalimento"

Portugália Belém reabre renovada em ano de centenário

Portugália Belém reabre renovada em ano de centenário

Um novo estúdio em Lisboa para jantares, showcookings, apresentações de marcas, todo decorado em português

Um novo estúdio em Lisboa para jantares, showcookings, apresentações de marcas, todo decorado em português

Pigmentarium: perfumaria de nicho inspirada na herança cultural da República Checa

Pigmentarium: perfumaria de nicho inspirada na herança cultural da República Checa

Vasco Futscher - O mundo inteiro em cada forma

Vasco Futscher - O mundo inteiro em cada forma

Globos de Ouro também são feitos de diversão e descontração

Globos de Ouro também são feitos de diversão e descontração

Reportagem: A nova vida do homem-lobo

Reportagem: A nova vida do homem-lobo

Pode a Inteligência Artificial curar o cancro?

Pode a Inteligência Artificial curar o cancro?

CARAS Decoração: 10 ideias para transformar o velho em novo

CARAS Decoração: 10 ideias para transformar o velho em novo

O que os cientistas descobriram ao

O que os cientistas descobriram ao "ressuscitar" o vírus da gripe espanhola

Oficinas de verão onde a criatividade não tira férias

Oficinas de verão onde a criatividade não tira férias

Tesla entregou menos carros no segundo trimestre do ano

Tesla entregou menos carros no segundo trimestre do ano

Da Varanda ao Jardim: Viva o Exterior com a Nova Coleção JYSK

Da Varanda ao Jardim: Viva o Exterior com a Nova Coleção JYSK

Margherita Missoni: “A moda tem de  acompanhar o ritmo das mulheres”

Margherita Missoni: “A moda tem de  acompanhar o ritmo das mulheres”

Vendas da Tesla na Europa estão em queda

Vendas da Tesla na Europa estão em queda

Indeed e Glassdoor vão despedir 1300 trabalhadores

Indeed e Glassdoor vão despedir 1300 trabalhadores

Um século de propaganda na VISÃO História

Um século de propaganda na VISÃO História

Jornalistas Nelma Serpa Pinto e João Póvoa Marinheiro casaram-se no Porto

Jornalistas Nelma Serpa Pinto e João Póvoa Marinheiro casaram-se no Porto

Na CARAS desta semana - Edição especial viagens: Os melhores destinos para umas férias de sonho em hotéis e

Na CARAS desta semana - Edição especial viagens: Os melhores destinos para umas férias de sonho em hotéis e "resorts" de Portugal

De Zeca Afonso a Adriano Correia de Oliveira. O papel da música de intervenção na revolução de 1974

De Zeca Afonso a Adriano Correia de Oliveira. O papel da música de intervenção na revolução de 1974

Reino Unido junta-se a França para investir na rival europeia da Starlink

Reino Unido junta-se a França para investir na rival europeia da Starlink

Pavilhão Julião Sarmento - Quando a arte se confunde com a vida

Pavilhão Julião Sarmento - Quando a arte se confunde com a vida

Dia da Criança: 5 sugestões para te divertires

Dia da Criança: 5 sugestões para te divertires

Do Liberation Day ao Acordo de Genebra – O que se segue?

Do Liberation Day ao Acordo de Genebra – O que se segue?

Carregamentos na rede Mobi.E passam pela primeira vez os 700 mil num mês

Carregamentos na rede Mobi.E passam pela primeira vez os 700 mil num mês