Opinião

Para compreender o Ramadão, ou o sentido da religião no mais íntimo do dia-a-dia

O Ramadão é a afirmação interior, familiar e pública da condição de muçulmano. Fraternalmente muçulmano, não individualmente religioso do Islão

Paulo Mendes Pinto
Paulo Mendes Pinto
Contra a Corrente

Fiesta- O Sol nasce sempre

O Sol nasce sempre. Não tem que ser sempre uma festa, principalmente como as descritas no livro que dá o título, mas garante-nos que a dias piores se seguem manhãs soalheiras. Por mais que num momento de desespero possamos não acreditar, a um momento difícil segue-se sempre um melhor

Rita Garcia Pereira
Opinião

Ninguém quis deixar o secretário de Estado norte-americano a falar sozinho?

O discurso foi, no essencial, uma espécie de ode aos tempos do colonialismo europeu e Ocidental, aos impérios, à escravidão dos povos, salpicado sempre com um desprezo maximalista pela liberdade

Gonçalo Ribeiro Telles
Igualmente desiguais

Quem vai reconstruir Portugal?

Portugal precisa de reconstruir — casas, estradas, florestas e comunidades — e reconstruir exige pessoas. Transformar a imigração num tema de medo ou rejeição não protege o País, apenas o enfraquece.

Manuela Niza Ribeiro
Opinião

Corporativismo ou defesa de uma classe?

Demonizar seletivamente o corporativismo do Ministério Público, ignorando o que existe noutros setores, não contribui para uma justiça melhor, apenas para um debate mais ruidoso e menos honesto

Pedro Nunes
Diário do Governo

Prémio Laranja Amarga para o Governo a renascer mal da calamidade

Pela obstinação em não prolongar nem alargar territorialmente a situação de calamidade, pela imediata recaída na tentação dos anúncios de Planos sem conteúdo e pela incapacidade em optar pela democracia negando o populismo, o prémio Laranja Amarga é já um estado habitual de Luís Montenegro em 2026

Eduardo Cabrita
Opinião

Eutanásia: porque as crenças sobre o depois pesam tanto no agora

No fim, a pergunta talvez não seja apenas “é a favor ou contra a eutanásia?”, mas antes “que ideia de morte – e do que possa vir depois dela – sustenta essa resposta?”

Bruno Frutuoso Costa
LD Linhas Direitas
Linhas Direitas

O sapo de Putin!

Desta vez não foi necessário o Novichok, agente nervoso de fabrico militar. Bastou replicar o veneno de um sapo dos confins do mundo.

Luís Delgado
Datacenter centro de dados
Incerto Mundo Novo

Grito do Ipiranga

A Europa já investiu160 mil milhões de euros na rede 5G,mas até 2030 será necessário investir mais175 mil milhões de euros. O custo é suportado pelo consumidor(e a longo prazo). Os grandes beneficiários são as big tech

Sofia Santos Machado
Opinião

Opinião | A1 estado a menos

​O discurso do "menos Estado" apenas interessa a quem julga não precisar dele. É uma ilusão que persiste até ao momento em que o seguro não cobre o dano, a poupança se revela insuficiente, a estrada da sua rua desmorona, o hospital privado o transfere para o público ou o mercado se mostra implacável com a sua própria empresa

Tiago Veloso
Opinião

Uma carta para a Saúde, o pacto do Presidente da República, António José Seguro

Francisco Cabral
À procura de voluntários com causas
Opinião

Quando o controlo se disfarça de amor, por uma psicóloga

Há casais que partilham passwords como quem partilha a chave de casa, por conveniência, sem pressão. E há casais em que a password é exigida como teste de lealdade, com consequências implícitas se o teste falhar. A diferença não está no gesto. Está no direito ao não. Se não podes dizer “prefiro não partilhar” sem pagar um preço, já não é intimidade. É coerção

Ana Fidalgo
Atualidade

Como está Portugal no que toca às lideranças?

Qualquer líder deve ser consciente do impacto do seu estilo de liderança e estar aberto a feedback para adaptar as suas práticas às necessidades dos profissionais

Tiago Santos
Diário do Governo

Prémio Laranja Amarga para o Governo que não previne, não protege, nem dá esperança

Pela improvisação e descoordenação na resposta à calamidade, pela preocupação com a propaganda e pela insuficiência e inconsistência dos apoios para a recuperação dos danos, o prémio Laranja muito Amarga de hoje vai para o comando operacional do MAI Luís Montenegro

Eduardo Cabrita
Opinião

Edite e a apatia em nós

O facto de, em Portugal, não existir o crime de feminicídio é revelador da inação com que se trata a violência contra as mulheres

Alexandra Correia
Opinião

As lebres e a tartaruga

Seguro percebeu que o histriónico, o clickbait, a polarização e o algoritmo seriam mais do mesmo e que o alegado cinzentismo era, afinal, o trunfo que o distinguia. Na sua intuição política, compreendeu que o País estava ansioso por calma. Por um momento zen. Por um instante para respirar. Por retomar o fôlego

Filipe Luís
Filipe Luís
Opinião

Um país em permanente adiamento e um Governo para a fotografia

A demissão da Ministra da Administração Interna é, pois, um sintoma do desnorte do Governo, que falha sempre que é chamado a governar. Só não falha nos vídeos para as redes sociais

Pedro Vaz
Diário do Governo

Prémio Laranja Amarga para o estado de calamidade do SNS

Por ser o rosto da teimosia na negação da realidade e a responsável pela degradação da capacidade de resposta do sistema de saúde, por entre mil anúncios, muitas demissões e múltiplas frustrações, o prémio Laranja Amarga vai para Ana Paula Martins e a tempestade no SNS

Eduardo Cabrita
Medicamento para a diabetes reduz para um terço mortes relacionadas com doenças cardíacas e renais
Opinião

Adesão terapêutica: o desafio invisível que ameaça os resultados em saúde

A não adesão terapêutica não só compromete as intervenções médicas, pondo em risco a saúde do doente, como impacta ainda a própria eficiência dos sistemas de saúde

António Passas
Opinião

A demissão da ministra e o saco de gatos

Os próximos dias esclarecerão se transitoriedade de Luís Montenegro na pasta é efémera ou duradoura. Caso ele não tenha pressa de nomear um novo nome para o MAI, isso indicará que o primeiro-ministro se prepara, com calma, para fazer uma grande remodelação

Filipe Luís
Filipe Luís
Opinião

Imigrantes, entre o discurso fácil e a realidade que sustenta Portugal

Talvez a verdadeira questão não seja quantos imigrantes Portugal pode receber, mas sim se estamos preparados para reconhecer, com justiça e responsabilidade, o papel essencial que já desempenham na nossa economia, na nossa Segurança Social e, agora, na reconstrução de vidas afetadas pela tragédia

Fernando Camelo de Almeida