Os conteúdos polémicos de Joe Rogan continuam na ordem do dia. Depois de, no ano passado, a Spotify ter assinado um acordo milionário para os direitos exclusivos do podcast do controverso comunicador, nas últimas semanas Neil Young e Joni Mitchell fizeram ultimatos à plataforma de streaming para escolher entre Rogan e as suas músicas. O programa de Joe Rogan permanece no Spotify e a empresa adicionou um ‘aviso de conteúdo’ aos episódios onde é discutida a Covid-19, depois de cientistas e médicos terem implorado que Rogan fosse impedido de espalhar inverdades.
Agora, o CEO da Rumble, plataforma equivalente ao YouTube, associada aos conservadores, piscou o olho ao polémico comentador com um tuíte onde oferece cem milhões de dólares por um contrato de quatro anos em troca dos direitos dos programas antigos e novos de Rogan, noticia a Reuters.
“Estamos prontos para luta ao teu lado”, lê-se na mensagem na conta institucional da Rumble no Twitter. Já a mensagem do executivo explica que “estamos contigo, com os teus convidados e com a legião de fãs no desejo de uma conversa real. Gostaríamos de te oferecer cem milhões de razões para tornar o mundo um lugar melhor. Que tal trazeres todos os teus programas para Rumble, antigos e novos, sem qualquer censura, por cem milhões de dólares em quatro anos?”, pode ler-se no texto.
O podcast The Joe Rogan Experience é um dos mais populares da Spotify e atrai muita polémica pelas declarações de Rogan e dos convidados sobre a Covid-19 e os programas de vacinação.
A Rumble surgiu em 2013, no Canadá, e chegou a acordo com Donald Trump para ser a plataforma de vídeo e de streaming da Truth Social, a rede social que o ex-presidente está a desenvolver.