A Apple não confirma oficialmente, mas fontes próximas e habitualmente bem informadas sobre os assuntos de Cupertino revelam que o iPhone dobrável está mesmo em desenvolvimento. Mark Gurman, da Bloomberg, avança que o aparelho deve estar finalizado em 2026, ao passo que Ming-Chi Kuo adianta que o preço deste equipamento deve situar-se entre os 2000 e os 2500 euros, levando-o a entrar para o topo dos iPhone mais caros.
Este modelo vai ter um ecrã preparado para não mostrar a dobra na parte central, como acontece com os dobráveis em formato de livro (como o Samsung Z Fold ou Honor Magic V3) e deve ter, entre os primeiros clientes, os fãs mais leais da marca devido ao posicionamento mais premium. Para comparação, o iPhone 16 Pro Max tem preços a partir dos 1499 euros.
Ainda sob a forma de rumores, com o ecrã dobrado o iPhone deve ter uma espessura entre os 9 e os 9,5 mm e quando aberto fica-se pelos 4,5 e os 4,8 mm. O ecrã aberto deve medir 7,8 polegadas, enquanto o telefone estiver dobrado deverá ter um ecrã de 5,5 polegadas.
A aposta em diferentes ecrãs e a possibilidade de executar várias tarefas em simultâneo devem ser capitalizadas ao máximo com a Inteligência Artificial, esperando-se que a Apple posicione o novo iPhone como tirando verdadeiramente partido destas capacidades.
Para lidar com a redução da espessura necessária, a Apple deve optar pelo Touch ID num botão lateral, em vez de integrar o Face ID para autenticação.
Sobre datas, ainda em especulação, as configurações finais devem ficar decididas no segundo trimestre de 2025, com o projeto a arrancar formalmente no terceiro trimestre e a produção em massa a começar no quatro trimestre de 2026.