Tempo gasto à espera de encomendas é tempo perdido. Todo o conceito de ficar em casa à espera de uma encomenda parece, de resto, uma ideia anacrónica. As janelas de entrega são demasiado alargadas, os horários não se compadecem com as exigências quotidianas e laborais. Se o consumidor faz questão de poupar tempo e energia comprando um produto online, não faz sentido que se exaspere mais tarde, aguardando a sua chegada. Conscientes de que as pessoas valorizam, cada vez mais, uma entrega ajustada às suas necessidades, os CTT lançaram uma nova solução: cacifos localizados em pontos estratégicos e disponíveis onde e quando os utilizadores quiserem. O serviço é gratuito até ao final de Abril, num convite aos consumidores para que o experimentem.
Nos últimos anos, os CTT têm vindo a reforçar a sua rede de pontos de entrega à qual adiciona agora esta conveniente e inovadora opção. De Norte a Sul do país, há já mais de 200 cacifos CTT, nomeadamente em redes de retalho físico, centros comerciais, campus universitários, plataformas de transporte intermodal, hospitais, parques de estacionamento e estações de serviço. Ou seja, locais onde os consumidores passam diariamente a caminho do trabalho ou dos seus afazeres. Estas entregas constituem também uma solução mais sustentável, uma vez que a distribuição em cacifos tem um efeito consolidador, que diminui a dispersão de veículos de entrega e evita a deslocação para vários domicílios.

Como funciona?
Para receber uma encomenda num cacifo o consumidor precisa apenas de seleccionar essa opção no check out da loja online onde esteja a fazer a sua compra. Caso a opção não exista, bastará registar-se no site ctt.pt/cacifos24h onde seleccionará o cacifo que lhe seja mais conveniente e receberá então a morada virtual desse cacifo que poderá passar a usar em todas as suas compras. Sempre que chegue uma nova encomenda, o consumidor receberá um código PIN através de mensagem e email, código esse que deverá introduzir no ecrã do cacifo permitindo recolher a encomenda. O processo é não apenas seguro, mas também conveniente uma vez que o acesso aos cacifos públicos pode ser feito a qualquer hora do dia ou da noite, sete dias por semana.
Interessa estabelecer a diferença entre cacifos públicos – esses que estão situados em áreas de serviço, centros comerciais e outros locais de livre acesso – dos outros tipos de cacifos disponíveis, nomeadamente os privados residenciais, privados corporativos e os cacifos Click&Collect. As possibilidades de conveniência multiplicam-se. Por exemplo, é possível colocar um cacifo num condomínio residencial, com atribuição de um endereço virtual a cada condómino, reduzindo para zero o número de encomendas que não são entregues por ausência do destinatário. Já os cacifos corporativos permitem automatizar o processo de tratamento de encomendas de uma empresa oferecendo satisfação e conveniência aos seus colaboradores, permitindo que estes acedam às suas encomendas no local de trabalho.
Os cacifos Click&Collect são aqueles que servem de ponto de entrega para as encomendas de uma determinada loja, mas sem que o cliente tenha de tirar uma senha ou ficar à espera num balcão de entregas, podendo aceder ao cacifo onde se encontra a sua encomenda com total autonomia. Os CTT têm já vários destes cacifos instalados no mercado, como é o caso do El Corte Inglés, e dizem estar a negociar com outros retalhistas que vêem neste produto uma forma de inovar e dar maior conveniência aos clientes que vão levantar encomendas às lojas.

Cacifos para todos os gostos
Os CTT disponibilizam vários modelos de cacifos: de interior, de exterior, específicos para escritórios e até cacifos refrigerados – uma clara mais-valia para supermercados. Os cacifos são modulares, o que permite acoplar extensões de modo a que cresçam à medida das necessidades. Cada módulo tem boxes de vários tamanhos, para receber diferentes tipologias de encomendas com tamanhos do S ao XL, podendo receber encomendas com até 65 cm x 57 cm x 48 cm.
A construção destes cacifos está a ser feita com recurso a parceiros nacionais, que vão desde a metalo-mecânica ao software e que, de acordo com os CTT, têm sido fundamentais para garantir o sucesso do projeto. A empresa acredita, de resto, que isto é também um fator diferenciador no mercado, permitindo uma maior agilidade e autonomia para responder às necessidades de consumidores e retalhistas.
A atual infraestrutura é usada apenas pelos CTT, mas o objetivo é que seja aberta a qualquer operador de entregas ainda este ano. Esta partilha contribuirá, uma vez mais, para uma logística mais sustentável, principalmente nos grandes centros urbanos. Também por essa razão o objetivo é que a rede chegue aos 1000 cacifos até ao final do ano. Para atingirem esta meta, os CTT contam com a ajuda da Yunexpress, uma empresa chinesa de logística, parceira dos CTT neste negócio.
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