A imprensa paquistanesa acolheu com elogios a atribuição do Prémio Nobel da Paz à jovem ativista para a Educação Malala Yousafzai que tenta convencer famílias e líderes políticos a proporcionar instrução aos milhões de crianças que não frequentam a escola.
“Heroína nacional”, “orgulho do Paquistão”, “coragem invulgar”, “Filha da Nação”, são algumas das designações atribuídas a Malala pela comunicação social paquistanesa, até hoje raramente tão unânime quanto à jovem de 17 anos.
Os extremistas islâmicos, os cidadãos e os professores acusam-na de jogar o jogo do Ocidente e de dar má imagem do Paquistão e do Islão, tendo até uma associação importante de escolas chegado a proibir a publicação de sua biografia “Eu, Malala” nas suas instalações.