MÁSCARA, CAOS E SILÊNCIO – É a primeira sensação e uma espécie de passaporte para uma nova realidade: o momento em que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se confunde com a esperança que nos colocam a máscara de oxigénioe, na maca, entramos num mundo de caos e de silêncios, onde o medo se
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A ex-primeira-dama de França admitiu que tomou uma dose de comprimidos depois de ter descoberto a relação extra-conjugal de Hollande com a atriz francesa Julie Gayet.
Valérie Trierweiler, ex-companheira do Presidente francês escreveu, em segredo, um livro onde relata detalhes íntimos e desconhecidos de François Hollande.
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Trierweiler conta, por exemplo, que o líder do Eliseu se refere aos franceses mais pobres como “desdentados”, que é calculista e frio nas relações pessoais.
A revista Paris Match publica excertos do livro onde a ex-primeira dama escreve que no fim da relação, depois de se saber do caso amoroso, o Presidente francês chegou a enviar 29 mensagens por dia a pedir perdão.
O relato de Valérie Trierweiler sobre os 18 meses como primeira-dama de França descreve um Presidente que passa muito do seu tempo dedicado à vida sentimental.
Valérie refere que François Hollande se revelava frio e distante, recorda um episódio em o presidente francês perguntou-lhe se demorava muito tempo a arranjar-se para uma cerimónia de Estado. Ela respondeu que sim e o Presidente terá respondido: “Seja como for, é a tua única função”.
No seu livro “Obrigado por este momento”, a jornalista escreve que o fim abrupto da relação foi “como cair de um arranha-céus” ou “ser atingida por um comboio de alta velocidade”. Depois do caso amoroso do Presidente ser conhecido, Trierweiler esteve internada devido a “stress acumulado”.
François Hollande foi apanhado de surpresa pelo lançamento do livro com 330 páginas.