“Nada temos contra os genéricos, mas numa doença com a particularidade da epilepsia, qualquer flutuação pode conduzir a uma crise epilética”, disse à agência Lusa o presidente da SPN, Vítor Oliveira.
O neurologista explicou que a lei prevê que, na composição dos genéricos, a concentração do fármaco pode variar entre os 85 e os 120 por cento.