“Há medidas que são temporárias e nós temo-las assumido como temporárias. Dou-lhe um exemplo claro: os cortes salariais que foram na função pública ainda para este ano (2014) são temporários. Se é verdade que não podemos regressar ao passado, à mesma bitola salarial, também não podemos manter, ‘ad aeternum’, este nível de desvio e de distorção do leque salarial da administração pública porque isso põe em causa o seu futuro”, afirmou Passos Coelho, em resposta ao líder comunista, Jerónimo de Sousa.
O secretário-geral do PCP tinha questionado o líder do executivo da maioria PSD-CDS-PP sobre quais são as medidas que o Governo tem para apresentar, designadamente “os anunciados cortes adicionais previstos de dois mil milhões de euros”.