“Em relação à cessação, nós dissemos que toda a carreira contributiva dos trabalhadores tem de ser tida em atenção e isso foi considerado como possível de contemplar”, disse o coordenador da Frente Sindical da Administração Pública, Nobre dos Santos.
No final de uma reunião com o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, o sindicalista reconheceu ter ficado “claramente com a ideia” de que o Governo vai rever o teto máximo em caso de rescisões por mútuo acordo, mas o exigido pelo sindicato afasta-se da proposta inicial do Executivo.