Pela primeira vez na história da demografia Londrina, a categoria de “britânico branco” passa a ser uma minoria, representando apenas 44,9% (3,7 milhões) da população da cidade.
Esta categoria refere a “pessoas brancas de descendência inglesa, escocesa ou galesa”, e constituía aproximadamente 60% da população de Londres no ano de 2001.
Ainda em Londres, mais do que um em cada três dos seus habitantes (37%) nasceram fora da Grã-Bretanha, e 24% não possuem sequer cidadania britânica.
A nível nacional a percentagem de habitantes nascidos no estrangeiro desce para os 13% – 1 em cada 8 habitantes do país – proporção que se traduz para uma soma de 7,5 milhões de imigrantes.
Uma causa determinante por detrás destes números (especula o Daily Mail), é o facto de 12 países da Europa central e de leste terem-se juntado à União Europeia, permitindo aos seus cidadãos o direito de viver e trabalhar no Reino Unido.
Os indianos lideram a tabela em relação ao volume de imigração na última década, vindo a substituir a posição que ocuparam os irlandeses até 2001.
A seguir aos indianos estão os polacos, cuja população se multiplicou por 9 vezes nos últimos 10 anos.
Por volta de 7,5% da população total autoclassifica-se como asiática e 3,4% como sendo de raça negra.
A população geral da Grã-Bretanha aumentou em 7% desde 2001, com 55% deste aumento resultando de imigração.
Os dados revelam ainda que a língua inglesa domina em apenas 91% das habitações britânicas.
Talvez mais preocupante, numa perspectiva de integração e harmonia cultural, é o facto de simplesmente não se falar a língua nacional em já 4% dos seios familiares que habitam solo britânico.