FALSOS POSITIVOS – Apesar de existir rastreio nacional ao cancro da mama, através de mamografia, alguns estudos internacionais questionam a eficácia deste exame. Baseiam-se nos excessivos falsos positivos e nos diagnósticos desnecessários. Depois de detetar um tumor, a medicina vai sempre atuar como se ele fosse invasivo. E se afinal não for?
LUZ AO FUNDO DO TÚNEL – Uma vez encontrado um problema de saúde, a medicina atual dispõe de uma série de exames complementares de diagnóstico – a ressonância magnética é um deles – que ajudam a tratar o mais adequadamente possível os doentes. E com isso contribui para que uma vida, que poderia ser curta, passe a ter mais anos
AGULHAS DESNECESSÁRIAS Quase toda a gente considera que deveria fazer análises gerais pelo menos uma vez por ano. A corrente que se opõe às medidas Excessivas de prevenção avisa que não existem evidências científicas de que as provas analíticas generalizadas sejam indispensáveis. Só fazem sentido em Algumas situações, para controlo de certos parâmetros
UMA FAMÍLIA, UM MÉDICO – Os Batista, um clã composto por quatro gerações, são seguidos na Unidade de Saúde Familiar de Benfica. O lado feminino é o mais assíduo e não se cansa de elogiar a velocidade com que se consegue aceder aos cuidados médicos naquele centro do Serviço Nacional de Saúde
SEM PEDIATRA – A Marta, que hoje tem 7 anos, foi sempre seguida no centro de saúde. Quando chega, acompanhada pela mãe, é a enfermeira que a recebe e faz uma consulta prévia, onde regista a tensão arterial, a altura e o peso. Depois, faz-lhe um exame neurológico simples e averigua se há problemas com a Visão. E só a seguir a uma pequena conversa, a «passa» para o médico
NA SALA DOS BATISTA – Da esquerda para a direita: A avó Adelina, com 90 anos, o neto Hugo, advogado, solteiro, 37 anos, o pai António, dono de um Pequeno café na rua onde vivem, e a mãe, Lúcia, reformada por causa de um historial complicado de doenças, ambos com 63 anos. Rute, a mãe de Marta, Divorciada, é administrativa e tem 32 anos
TEIA MECÂNICA – As cápsulas são deitadas vazias para dentro da máquina. Ela abre-as e enche-as com o medicamento em pó. Em alguns casos, este processo mecânico, com pequenos toques humanos para afinações, pode repetir-se 130 mil vezes ao dia, das 7 à meia-noite, para dar vazão às (imensas) encomendas
LINHA DE MONTAGEM – Nesta fábrica de medicamentos, há máquinas que nunca param, especialmente na zona de embalamento. Muitos dos remédios que aqui se fabricam são encomendas de multinacionais estrangeiras. Há princípios ativos para todas as doenças, da epilepsia à hipertensão
UMA MÃO-CHEIA POR DIA – O consumo de medicamentos tem vindo a aumentar ao ritmo de 1 a 2% ao ano. Este crescimento relaciona-se com o envelhecimento progressivo da população e com a consequente polimedicação a que quase todos os idosos estão sujeitos. A partir de certa idade, é normal tomar-se quatro ou cinco remédios por dia
UMA MÃO-CHEIA POR DIA – O consumo de medicamentos tem vindo a aumentar ao ritmo de 1 a 2% ao ano. Este crescimento relaciona-se com o envelhecimento progressivo da população e com a consequente polimedicação a que quase todos os idosos estão sujeitos. A partir de certa idade, é normal tomar-se quatro ou cinco remédios por dia
UMA MÃO-CHEIA POR DIA – O consumo de medicamentos tem vindo a aumentar ao ritmo de 1 a 2% ao ano. Este crescimento relaciona-se com o envelhecimento progressivo da população e com a consequente polimedicação a que quase todos os idosos estão sujeitos. A partir de certa idade, é normal tomar-se quatro ou cinco remédios por dia
UMA MÃO-CHEIA POR DIA – O consumo de medicamentos tem vindo a aumentar ao ritmo de 1 a 2% ao ano. Este crescimento relaciona-se com o envelhecimento progressivo da população e com a consequente polimedicação a que quase todos os idosos estão sujeitos. A partir de certa idade, é normal tomar-se quatro ou cinco remédios por dia
UMA MÃO-CHEIA POR DIA – O consumo de medicamentos tem vindo a aumentar ao ritmo de 1 a 2% ao ano. Este crescimento relaciona-se com o envelhecimento progressivo da população e com a consequente polimedicação a que quase todos os idosos estão sujeitos. A partir de certa idade, é normal tomar-se quatro ou cinco remédios por dia
UMA MÃO-CHEIA POR DIA – O consumo de medicamentos tem vindo a aumentar ao ritmo de 1 a 2% ao ano. Este crescimento relaciona-se com o envelhecimento progressivo da população e com a consequente polimedicação a que quase todos os idosos estão sujeitos. A partir de certa idade, é normal tomar-se quatro ou cinco remédios por dia
UMA MÃO-CHEIA POR DIA – O consumo de medicamentos tem vindo a aumentar ao ritmo de 1 a 2% ao ano. Este crescimento relaciona-se com o envelhecimento progressivo da população e com a consequente polimedicação a que quase todos os idosos estão sujeitos. A partir de certa idade, é normal tomar-se quatro ou cinco remédios por dia