Os neonatologistas do Hospital de Suibing, em Sichuan, sudoeste da China, não têm mãos a medir desde a última quinta-feira, quando nasceram as meninas que partilham a quase totalidade do corpo, com excepção para a cabeça, o esófago e a coluna vertebral.
Segundo as agências noticiosas internacionais, os médicos consideram praticamente impossível uma operação para as tentar separar.