Os primeiros 12 dias de 2026 atiraram para o desemprego três treinadores da moda. Contratados nos últimos 18 meses para inverterem a crise de resultados – e de identidade – de grandes clubes de futebol, incluindo os dois mais valiosos do mundo e ainda o décimo da mesma lista da Forbes, acabaram demitidos quase de rajada, como se tal desfecho fosse resolução de Ano Novo, daquelas tomadas enquanto se deglutem passas ao ritmo das badaladas.
Na verdade, porém, há algum tempo que poderia antecipar-se o fim dos contratos de Xabi Alonso no Real Madrid, de Ruben Amorim no Manchester United e de Enzo Maresca no Chelsea, um trio na casa dos 40 anos que atingiu cedo a ribalta. Talvez a entrada no novo ano tenha sido apenas o impulso que faltava para clarificar posições.
