“Eu acordei de manhã, vi que a previsão de vento estava forte, com ondas fortes, e escolhi por motivo médico, pessoal, responsável, não competir, por alguns motivos, como não ter apoio na água”, referiu.
Na terça-feira, Carolina Borges enviou uma mensagem de correio eletrónico ao chefe da Missão, Mário Santos, a dizer que não iria competir por motivos pessoais e médicos.