1. “Only the Lonely”, de Frank Sinatra
É difícil nomear apenas um disco, mas Only the Lonely, de Frank Sinatra, foi um dos que lhe provocaram maior impacto, nos últimos tempos. “É uma das minhas duas vozes preferidas, tem uma força… A outra é a do Milton Nascimento, que vi num concerto no Coliseu dos Recreios, das experiências mais arrepiantes que tive… até chorei”, confessa.
2. Museu d’Orsay, Paris
Ricardo Toscano viaja frequentemente até Paris e este é um dos museus que mais o impressionaram, tanto pela coleção, como pelas exposições temporárias. E recomenda uma espreitadela às suas salas, nesta altura através da página Google Arts & Culture, onde é possível fazer uma visita virtual ao museu.
3. Site SugarMegs
Estes dias de recolhimento têm sido importantes para pôr a música em dia, “com muita calma e profundidade”. No site SugarMegs, encontrou uma série de gravações ao vivo de concertos. “Ao nível do jazz, é riquíssimo. Já vi vários bootlegs dos anos 40 e 60… esta é a única maneira de nos aproximarmos e de aprendermos com o que se fazia”, diz.
4. Filme Paris, Texas O filme do cineasta alemão Wim Wenders, de 1984, deixou-lhe marcas pelo virtuosismo dos atores. “A história é igualmente inacreditável”, recomenda.
5, Village Vanguard, Nova Iorque
Fundado em 1935, por este clube passaram grandes lendas do jazz e gravaram-se centenas de discos ao vivo, de Sonny Rollins a Wynton Marsalis. É, seguramente, um dos lugares onde Ricardo Toscano ambiciona tocar no futuro. “Ainda hoje, com toda a sedução comercial que existe, mantém a integridade na agenda musical, sempre com concertos ao vivo ao mais alto nível”, sublinha.
6. À Espera de Godot , de Samuel Beckett Leu recentemente esta peça do teatro do absurdo. “Percebi que tinha de fazer mais coisas.”