Os seus trabalhos já chamaram a atenção do Museu Guggenheim de Nova Iorque. Aqui, o artista plástico lisboeta revela alguns dos lugares que alimentam um universo capaz de despertar muitos sorrisos
1. Oceanário, Lisboa Volta e meia, para se libertar da azáfama do dia a dia, José Lourenço visita o Oceanário. “Gosto muito de me sentir envolvido pelo aquário, como se estivesse submerso, e de observar as criaturas marinhas. Especialmente o cavalo-marinho, pequenino e frágil.”
2. Art Basel, Basileia e Miami É uma das feiras de arte mais prestigiadas do mundo, dividida entre Basileia, Miami e Hong Kong (falta-lhe apenas visitar esta última cidade). “Tem ambientes, espaços arquitetónicos, culturas e ofertas muito distintos”, diz. “Mas consegue reunir desde o artista emergente ao mais reconhecido e fazer um resumo da cena artística.”
3. Museu de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa
Nas visitas ao museu, nunca perde as esculturas de Rui Chafes. “Aprecio muito a sua obra, é um dos artistas portugueses com uma carreira mais consistente.”
4. Artoyz, Paris Há dez anos, descobriu por acaso esta loja de cultura pop, repleta de inúmeras figuras de vinil e bonecos de artistas, de várias origens e géneros. “Um universo sortido e colorido, carregado de alegria e de ironia”, onde se revê e não resiste a entrar, conta o artista plástico, convidado pelo Museu Guggenheim de Nova Iorque a fazer o teaser da exposição dedicada a Giacometti.
5. Restaurante LuzBoa, Lisboa Perto da Fundação Calouste Gulbenkian, é um dos seus locais preferidos para comer uns petiscos com os amigos. “É muito pequeno, mas as luzes e o ambiente transportam-nos a Paris.”
6. Parque Florestal de Monsanto, Lisboa
É um dos locais onde tem por hábito ir correr de manhã. “É um pequeno oásis no meio de Lisboa, permite-me estar em contacto com a Natureza. É ideal para ‘limpar’ a cabeça.”