Trump tornou-se um ativo tóxico
Enfrentar Trump, no plano político, passou a ser uma medalha de bons serviços. Aceitar ser seu súbdito significa perder duas vezes: primeiro, a honra e, depois, os eleitores
Atacar, confundir e perder
Já se percebeu que Trump não tem um plano para o pós-guerra. É bom que a Europa prepare o seu
É proibido esquecer o esquecimento
Num mundo em que os algoritmos cavam e lucram com as divisões, em que se volta a instituir, no plano internacional, a lei do mais forte, e em que crescem os sentimentos de rejeição em relação aos “outros” – sejam eles quais forem –, é mais do que nunca necessário voltarmos a ligar-nos ao território em que habitamos, aos lugares que formaram as nossas memórias
"Mesmo que ocorra uma mudança de regime em Teerão, a China e a Rússia poderiam, paradoxalmente, sair beneficiadas"
Os historiadores Sören Urbansky e Martin Wagner, autores de “Vizinhos Distantes – Uma Breve História das Relações entre a China e a Rússia”, em entrevista à VISÃO
IA: A nova era do extermínio ‘inteligente’
Se a Ucrânia foi o palco da primeira guerra dos drones, o Irão e cada vez mais todo o Médio Oriente tornaram-se, nas últimas semanas, o campo de batalha da primeira guerra com Inteligência Artificial. Quanto tempo falta para a entrada dos soldados-robots em combate? E até que ponto a Humanidade vai deixar que sejam as máquinas a decidir quando, onde e sobre quem disparar? A ficção científica começa a deixar de ser… ficção
Donald Trump faltou às aulas de História
O problema não é Trump decidir por instinto, com base na ignorância e sem uma avaliação correta dos riscos. O que preocupa mesmo é o muro de silêncio que ele conseguiu erguer à sua volta
33 anos com os olhos abertos
Vamos continuar no mesmo caminho – sempre de olhos abertos, com total transparência e convictos de que, mais tarde ou mais cedo, a VISÃO, que hoje completa 33 anos, vai ser dos jornalistas que a fazem. O tempo não volta para trás
O caminho faz-se de olhos abertos
Vamos continuar no mesmo caminho – sempre de olhos abertos, com total transparência e convictos de que, mais tarde ou mais cedo, a VISÃO vai ser dos jornalistas que a fazem. O tempo não volta para trás
“A escalada no Médio Oriente agrava os riscos económicos globais e pode acabar por beneficiar a Rússia e testar a coesão transatlântica”
Consequências e desenvolvimentos que podemos esperar da guerra no Irão, segundo Adérito Vicente, professor de Relações Internacionais na Faculdade de Direito da Universidade Lusíada (Porto)
Guerra no Irão: O choque global em seis pontos
Os estilhaços da guerra desencadeada pelos EUA e por Israel contra o Irão ultrapassam cada vez mais fronteiras. E fazem aumentar os níveis de risco, com consequências mundiais
Insensibilidade e falta de senso
Milhões de pessoas ficam mais alarmadas com o aumento de 20 cêntimos no preço do gasóleo do que com a morte de mais de uma centena de crianças no bombardeamento de uma escola
O absurdo poder absoluto
Se ficámos a saber, desde a “perda” do Nobel, que Trump deixou de pensar na paz, agora subsistem muitas dúvidas sobre se ele pensa sequer acerca das guerras que inicia
As bombas de Trump até podem decapitar o regime em Teerão, mas o trabalho mais arriscado vai ficar para os iranianos
Trump fez uma aposta arriscada, ao arrepio do direito internacional e até das próprias leis americanas, mas não parece disposto a deixar-se ficar preso num atoleiro semelhante ao que criticou nos seus antecessores, em relação às intervenções no Iraque ou no Afeganistão. E não se vislumbra que tenha, sequer, um plano para o dia seguinte
Há 453 milhões de razões para acreditar na soberania digital europeia
As empresas tecnológicas americanas são enormes, poderosas e dominadas por alguns dos homens mais ricos do mundo. Mas passariam a ser menos gigantes se perdessem o acesso aos consumidores europeus
"As artes marciais ensinam os japoneses a ser como o bambu, que se dobra, mas não se parte quando está carregado de neve"
Lesley Downer, escritora e autora de “A Mais Breve História do Japão” em entrevista à VISÃO
As árvores morrem na lama. E os governos?
Portugal está como essas árvores que, durante anos, pensávamos ser fortes: fragilizado, com todas as suas debilidades à mostra e, nalguns casos, com a confiança no Estado já derrubada
Aviso a mentes distraídas: 66% é o dobro de 33%
Os portugueses elegeram um Presidente e não um comentador. Fizeram-no porque quiseram proteger algo que é muito mais importante do que as audiências de TV, os vídeos no TikTok ou o alcance nas redes sociais: defender o regime democrático e uma postura decente na forma de fazer e encarar a política
André queria três Salazares porque dois Venturas não chegavam para bater Seguro
Indiferente aos prognósticos da bolha mediática e dos remoques de alguns barões das elites partidárias, António José Seguro acabou por consolidar uma imagem de homem de Estado, capaz de inspirar confiança e, algo que, de facto, acabou por fazer a diferença no momento do voto: a decência
"Se um aviso vermelho significa risco de vida, a mensagem deve dizê-lo claramente"
Márcio Santos, criador de uma das maiores comunidades de meteorologia online em Portugal critica a forma como são feitos os avisos de mau tempo às populações. E pede o regresso do “Boletim Meteorológico” às televisões
Prevenção contra o extremismo
A esmagadora maioria das populações mais atingidas foi apanhada desprevenida. Pior: foi mantida na ignorância em relação à força e à velocidade da Kristin
América primeiro e caos logo a seguir
A nova estratégia de defesa de Washington privilegia a defesa do território, encarado com grande amplitude, de forma até incluir o Canadá e a Gronelândia. Mas os focos maiores de conflitos estão mesmo dentro de portas