Em janeiro de 2020, pouco ou nada fazia prever o que aconteceria nos dois anos seguintes – uma pandemia mortífera, o afundanço de muitas economias a nível global, empresas e consumidores fechados de forma indefinida. Em Portugal nascia, justamente nesse mês, uma startup que tinha como plano usar os mais recentes desenvolvimentos na área dos algoritmos preditivos para tornar os negócios mais inteligentes. A Starkdata, fundada por Miguel Teixeira, Miguel Reis, João Ramos e Paulo Figueiredo, parecia ter começado da forma mais mordaz possível. “Não faz muito sentido estar a fazer previsões quando a atividade económica cai em muitos setores, isso torna-se muito complicado. (…) Nessa altura, não tínhamos a possibilidade, dada a envolvente económica, de desenvolvermos o nosso negócio”, relembra Paulo Figueiredo, o diretor executivo da startup. Mas grandes desafios geram grandes oportunidades.
