
Em entrevista à TSF, o governante acrescentou que a estratégia conta com 25 medidas de racionalização e deverá permitir poupar 500 milhões de euros nos custos derivados do uso das tecnologias de informação nos diferentes organismos do Estado.
Relvas acrescentou ainda que vai ser feita uma análise dos custos nos vários ministérios, a fim de apurar as poupanças que podem ser feitas.
Sem avançar como muitos detalhes, Miguel Relvas apontou a maior abertura a software livre e a centralização de serviços como os caminhos mais indicados para Administração Central.
O atual Governo estima que, entre 2008 e 2001, os custos com tecnologias triplicaram no Estado, chegando a 839 milhões.