
Para executar a sua missão, o satélite, que foi batizado de ExoPlanetSat, deverá identificar estrelas e medir o tempo que um determinado planeta demora a passar por essa luz.
Com este processo, os astrónomos das diferentes agências espaciais podem estimar as dimensões de um planeta e a distância a que se encontra da estrela em que orbita.
O Nanosatélite está equipado com sensores de luz, um solução de estabilização que costuma ser usada na aviação, painéis solares e uma bateria que pode ser alimentada por sistemas piezoelétricos.
Mede 10 centímetros de espessura e largura, e 30 centímetros de comprimento.
No site da Technology Review encontra-se um vídeo sobre o ExoPlanetSat .O primeiro exemplar de nanosatélite custou cerca de cinco milhões de dólares (cerca de 3,5 milhões de euros) a desenvolver. Os investigadores dos laboratórios norte-americanos acreditam que a industrialização possa reduzir para 600 mil dólares (cerca de 425 mil euros) o custo destas máquinas.