Em junho, uma única empresa vai pedir ao mercado que a avalie em quase dois biliões de dólares, mais do que tudo o que Portugal produz em seis anos. Chama-se SpaceX, e é apenas a primeira da fila. A OpenAI segue em setembro, a Anthropic antes do final do ano, com a Stripe, a Databricks e a Anduril logo atrás. É o maior ciclo de IPOs tecnológicos da História, e quem o tratar como mais um surto de euforia de mercado vai perder o que realmente importa. O que aí vem não é um ciclo de bolsa. É uma mudança de regime, empacotada como notícia de negócios.
Foguetão Musk
