No relatório divulgado esta quinta-feira, após várias diligências e audições, a ERS admite que os “malefícios” ocorridos, que passaram pela perda de visão, “provavelmente” se deverão à “vulnerabilidade de procedimentos”. No entanto, globalmente, a ERS afirma serem cumpridos “padrões de qualidade e segurança”.
A ERS sublinha que apesar do serviço de oftalmologia ser considerado uma “referência a nível nacional entre a comunidade médica, no que respeita ao nível dos padrões de qualidade e aos cuidados de saúde prestados, evidenciaram-se procedimentos vulneráveis no que respeita aos fluxos operacionais”.