As Ilhas Fiji declararam estado de emergência durante o fim de semana e pediram às companhias aéreas para não transportarem turistas de momento devido às chuvas que se abateram sobre o arquipélago do Pacífico Sul provocando inundações.
As autoridades indicaram não poder garantir a segurança dos recém-chegados.
As estradas que servem o aeroporto internacional de Nadi estão cortadas e as fortes intempéries devem continuar até pelo menos terça-feira, segundo as previsões meteorológicas.
Apesar do embargo aos turistas ter sido levantado hoje, membros do governo local esperam que este volte a ser instaurado devido às graves inundações sentidas em Viti Levu, a ilha principal deste país, que já fizeram quatro mortes, mas também pelo esperado ciclone Daphne que deverá aproximar-se do aquipélago esta noite. Centenas de pessoas foram acompanhadas pelas autoridades para centros de evacuação na ilha.
Elizabeth Powell, ministra do Turismo, referiu-se à decisão de fecharem temporariamente as portas a estrangeiros, o que afetou entre 200 a 300 turistas, garantindo que foi “para garantir que todos ficassem OK. Sem acessos a Nadi durante o fim de semana tivemos de tomar uma decisão responsável”.
Impedir que mais pessoas viajassem para Fiji não foi uma decisão fácil de tomar e não se deverá repetir no futuro, garantiu Powell, reforçando que se neste caso não tivesse sido tomado esta opção, “teríamos inúmeras pessoas a chegar durante a noite ao aeroporto de Nadi, ou melhor, a tentar e a dirigirem-se a hotéis que já estariam cheios”.