Banguecoque, 08 out (Lusa) — A Amnistia Internacional (AI) denunciou hoje que as prisões da Birmânia têm pelo menos 91 prisioneiros de consciência, um valor dramaticamente superior aos dois contabilizados há dois anos.
“Isto representa uma subida dramática desde o amplo perdão presidencial em 2013, quando a Amnistia Internacional tinha conhecimento de apenas dois prisioneiros de consciência”, afirmou a ONG em comunicado.
Num relatório intitulado “Voltar aos velhos hábitos”, a AI assegura que as autoridades aumentaram as medidas repressivas contra ativistas, líderes estudantis, advogados ou jornalistas considerados como uma “ameaça”, numa altura em que se aproximam as eleições gerais de 08 de novembro.