
A lista revelada na sexta-feira mostra que o número de fornecedores que respeitam as horas de trabalho impostas pela Apple cresceu para 38% em 2011, face aos 32% em 2010. A empresa da “maçã” estipula uma semana de trabalho com um máximo de 60 horas, o que será considerado ilegal em muitas partes do globo.
De acordo com notícia do Mashable, em 93 instalações auditadas, mais de metade dos trabalhadores tinha semanas de trabalho com mais de 60 horas. E em muitas destas fábricas, não são pagas horas extraordinárias e os cortes no ordenado são usados como medida disciplinar.
Também em relação à segurança dos trabalhadores, depois de duas explosões que mataram e feriram colaboradores, a Apple assegura que exige cada vez mais ao nível do manuseio de combustíveis e de circulação de ar.
A Apple diz no estudo que deu indicações às empresas subcontratadas para melhorarem a questão laboral, nomeadamente na gestão de turnos e que contratou especialistas para ajudarem a gerir melhor os horários dos trabalhadores. A empresa revelou ainda uma extensa lista dos seus fornecedores que inclui nomes com Intel, Samsung, Foxconn e Seagate, entre outras menos conhecidas.