É um elogio à Ciência em geral e a uma cientista em particular: a Maria de Sousa, imunologista portuguesa que formou e inspirou várias gerações de cientistas e faleceu em abril do ano passado, vítima de Covid-19. Lançado esta quarta-feira, em cerimónias em Lisboa, no Instituto de Higiene e Medicina Tropical, e no Porto, no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto, onde Maria de Sousa deu aulas e fez investigação. A obra A Ciência Cura, apresentada no âmbito do Dia Mundial da Língua Portuguesa, mostra o trabalho fotográfico de Luísa Ferreira, em registos recolhidos em abril, maio e junho do ano passado. O livro resulta da colaboração entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, através da Fundação para a Ciência e Tecnologia, e a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, e pretende afirmar-se como uma obra de divulgação do conhecimento, da ciência e da arte, descreve-se em comunicado. É também um apelo à reflexão sobre “a nossa própria fragilidade”, escreve o ministro Manuel Heitor no prefácio.
