Este artigo contém spoilers, não há volta a dar. Mesmo que revelemos aqui alguns pormenores da trama, nada belisca as quatro horas que a minissérie Adolescência, estreada a 13 de março, na Netflix, proporciona a quem se atira a ela. Passando por cima dos arrojados aspetos técnicos desencantados pelo realizador Philip Barantini – cada episódio é filmado num único plano sequência, como se de tempo real se tratasse –, centremo-nos no conteúdo avassalador, do princípio ao fim, e em todas as questões perturbantes que ele levanta em relação à parentalidade do século XXI, em permanente mescla com os ecrãs dos smartphones e computadores.
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