De acordo com um estudo publicado na revista ‘Sociedade Torácica Americana’ assinado por especialistas dos EUA, Europa, Ásia e África, as alterações climáticas, nomeadamente o aquecimento global, irão gradualmente contribuir para uma disseminação de problemas respiratórios.
O aumento de pequenas partículas no ar, por exemplo, pode contribuir para um maior número de casos de asma, provocados pelas crescentes queimadas e tempestades de areia.
Mas não só as tempestades de areia podem ser uma ameaça. Estas altetrações climáticas podem ainda levar a uma maior ocorrência de desastres naturais como furacões e enchentes e, consequentemente, aumentar o número de epidemias e doenças infecciosas.
Começamos ainda a assistir a um alastrar dos problemas, próprios de cada região, para outras regiões. O bolor existente na América Central, por exemplo, que provoca alergia e asma, já foi visto também no Canadá. O mesmo acontece na Europa com as doenças infecciosas do Mediterrâneo, no sul, que já chegaram à Escandinávia, no norte.