Na edição deste ano da IFA, onde o Odyssey Ark foi revelado, pudemos verificar que este gigante da Samsung fez rodar muitas cabeças. Literalmente, porque uma das características diferenciadoras do Ark é a capacidade de comutar entre o modo paisagem (horizontal) e o modo retrato (vertical). Muitos outros monitores já permitiam esta rotação, mas não um gigante de 55 polegadas que, ainda por cima, é curvo!

Uma funcionalidade que exige um mecanismo sólido para fazer as rotações em segurança. Não é preciso ser um engenheiro para perceber o forte binário que a rotação de um ecrã de 55 vai aplicar ao pivot de suporte. É como se estivéssemos a rodar um armário à nossa frente! Para garantir a estabilidade e segurança do sistema, a base deste monitor, totalmente metálica, é pesadíssima. Mais pesada que qualquer outra base, incluindo de televisores com ecrãs (ainda) maiores que já tenha passado pelo nosso laboratório. Mais pesada, até, que o próprio monitor. Isto significa que a instalação do Odyssey Ark é uma tarefa para ser realizada a dois. Não é difícil, já que basta fixar alguns parafusos, mas são precisas duas ou mesmo três pessoas para lidar com o peso da base e evitar acidentes na montagem – a parte que exige mais atenção é a fixação do monitor no pivot rotativo.