
A empresa não espera que estas alterações originem problemas de acesso nos dispositivos como os smartphones ou as consolas, mas alerta que serão necessárias algumas configurações extra por parte dos fabricantes destes dispositivos.
Os telemóveis, impressoras, consolas e set top boxes usam software ou têm modems com firmware que asseguram a encriptação das conexões. Se estas configurações não se adaptarem ao novo procedimento da Google, com a chave de 2048 bits em vez de 1024 bits usada até agora, o utilizador poderá não conseguir aceder corretamente aos serviços da Google, explica o GigaOm.
O software do cliente que realiza as ligações deverá cumprir uma série de validações que a Google detalha numa página de FAQs criada especificamente para o efeito. A gigante da Internet fornece ainda uma área de testes onde poderá ser experimentado o novo processo.
O processo começou a 30 de julho e a Google estima que esteja terminado «em poucos meses». Numa primeira fase, a empresa tinha apontado o fim do ano como prazo limite.