José Brissos-Lino

Doutorado em Psicologia, especialista em Ética e em Ciência das Religiões; professor universitário; coordenador do Instituto de Cristianismo Contemporâneo e do NEPRE-Núcleo de Estudos em Psicologia da Religião e Espiritualidade; director das revistas científicas Ad Aeternum (Portugal) e Olhar Científico (Angola); investigador do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, Universidade de Lisboa) e do LUSOGLOBE (Lusófona Centre on Global Challenges, Universidade Lusófona). Desenvolve há muitos anos intensa atividade em instituições culturais, humanitárias e de solidariedade social, algumas das quais fundou. Poeta e ficcionista
Vestígios de Azul

Um olhar holístico sobre a pessoa humana

Ao longo do processo evolutivo o ser humano foi-se “descobrindo”, tomando consciência de si e reinventando-se a si próprio. Ao tomar consciência de que iria morrer, tornou-se o único animal com ciência da sua finitude. Daí as questões existenciais

Vestígios de Azul

Da Inquisição católica à islâmica

Parece inacreditável, mas o Tribunal do Santo Ofício, em época medieval e de má memória, ainda conseguia ser mais racional e humano do que a actual “inquisição islâmica”. Ao menos havia lugar a um arremedo de processo judicial, mas nalgum mundo islâmico parece que nem isso

Vestígios de Azul

Orgulho em Portugal

Celebrar o Dia de Portugal não é apenas sinalizar o passado mas também desmistificá-lo combatendo as nefastas influências woke. E sobretudo olhar o presente e projectar o futuro

Vestígios de Azul

À janela do mundo

A vida coletiva foi-se transformando, em especial desde o último quartel do século vinte, no espetáculo que hoje presenciamos, em múltiplas dimensões, fazendo lembrar as mulheres que no Bairro da Luz Vermelha em Amesterdão se exibem na montra dos prostíbulos

A Liberdade Religiosa e a liberdade do religioso - a dádiva
Vestígios de Azul

De onde vem a ideia da liberdade religiosa?

O conceito de liberdade religiosa tem uma marca cristã, pelo menos desde o momento que os teólogos passaram a considerar a liberdade religiosa ou liberdade de consciência, como um direito natural conferido por Deus a todos os seres humanos, e não um favor das autoridades

Vestígios de Azul

Da pretensa maldição africana ao revisionismo histórico

A polémica sobre a reparação pela colonização portuguesa foi mais um passo em falso que o nosso presidente proferiu nos últimos dias. A moda de apagar a história, exigir reparação passadas várias gerações, retirar estátuas de figuras do passado e tentar reescrevê-la aos olhos da contemporaneidade é mais uma febre dos tempos loucos em que vivemos

Vestígios de Azul

E se Hitler não tivesse assassinado aqueles milhões de judeus?

A chamada “solução final” do nazismo aniquilou em poucos anos seis milhões de pessoas, a maioria judeus. E se não tivesse sido assim?

Vestígios de Azul

A democracia, as confissões religiosas e os políticos

A restauração das liberdades proporcionada pelo 25 e Abril de 1974 conheceu diferentes andamentos, mas ainda hoje está em curso

Vestígios de Azul

A mente tortuosa de P. Brotero

P. Brotero é um fascista envergonhado, de laivos nazis, que encontra inspiração na figura do velho Torquemada, o famoso inquisidor

Vestígios de Azul

Sebastião: o filho da Serra-Mãe

Vivo em Setúbal há quase cinquenta anos, por isso não podia deixar de gostar de Sebastião da Gama (1924-1952), o poeta, e da sua circunstância, a Serra da Arrábida, ou Serra-Mãe, como lhe chamou na sua primeira obra (Lisboa: Portugália Editora, 1945)

Vestígios de Azul

O embuste do coaching da fé

O coaching da fé é um embuste, uma falsidade, uma ilusão espiritual e um abuso religioso. A única coisa que irá produzir é um afastamento da vida espiritual, ressentimento contra o divino e uma imensa frustração

Vestígios de Azul

Onde estavam as mulheres?

Embora as mulheres estejam ausentes no imaginário da Última Ceia, a verdade é que elas foram fundamentais para o ministério de Cristo e, mais tarde, dos apóstolos. E não eram apenas um ornamento antropológico

Vestígios de Azul

À procura do morto

Há muitos caminhos para chegar a Jesus e à fé em Deus. Uns são mais lineares, outros mais tortuosos, mas o Cristo que buscamos, aquele que vale a pena procurar e encontrar, é o Cristo Ressuscitado

Vestígios de Azul

Isaac Watts: um inovador inconformista

Isaac Watts nasceu em Southampton, Inglaterra (1674-1748) há 350 anos. O compositor protestante, filho duma família inconformista, foi um dos maiores hinólogos do mundo e deu início a uma nova época da música cristã

Vestígios de Azul

Não brinquem com a infância

Aqui e ali vão-se vendo crianças que sobem aos púlpitos das igrejas para pregar o evangelho a uma audiência de adultos. Trata-se de mais uma aberração da malfadada cultura gospel

Vestígios de Azul

Sobre o voto cristão

Como deve o cristão posicionar-se perante o acto eleitoral? Deve votar ou não? Como deve orientar o seu voto? O que deve esperar?

A Liberdade Religiosa e a liberdade do religioso - a dádiva
Vestígios de Azul

O embuste religioso

O que é mais importante? A ortodoxia doutrinária ou a praxis? As crenças religiosas ou a forma de estar da pessoa religiosa face ao outro, à sociedade e ao mundo?

Vestígios de Azul

A fé dos procuradores

Os procuradores do Ministério Público (MP) serão homens e mulheres de muita fé. Ou seja, eles acreditam que os cidadãos sob suspeita são culpados, e mesmo sem provas querem privá-los da liberdade e levá-los a julgamento na esperança de que as provas apareçam algures pelo caminho

Deus já não cabe no espaço público?
Vestígios de Azul

Dois erros crassos dos populistas religiosos

Não sendo católico tenho o checo Thomás Halik como um dos meus teólogos favoritos, pela capacidade de pensar a fé cristã e sensibilidade para falar aos que não crêem

Opinião

A fé tem que ver com a profissão?

Há dias pediram-me para falar num programa de televisão sobre a temática da eventual ligação entre fé e trabalho. E não há dúvida de que para os homens e mulheres de fé ela existe. Apesar disso ainda é fonte de equívocos

Marques Mendes diz que "a VISÃO fez um serviço público" no caso da Ponte 25 de Abril
Vestígios de Azul

A quem querem enganar?

A campanha para as legislativas de 10 de Março começou há muito, com os atuais “pregadores de domingo”, para utilizar a forma como Santana Lopes se referiu em tempos ao então comentador Marcelo