Há perguntas que não se fazem, ensinam-nos quando ainda somos crianças e estamos a aprender as regras da boa convivência social. A Inteligência Artificial (IA) veio pôr fim a esta imposição, que quase nos cerceava a curiosidade quando éramos pequenos.
Em relação a esta gigante ferramenta que agora temos à disposição, quanto maior for o número de perguntas que lhe dirigirmos, mais corretamente ela nos responderá. E se tudo estiver apontado para a investigação científica, que é gerada a partir de questões e hipóteses, mais importante se torna a demanda de interrogações.
