Comer, beber, amar. Os últimos estudos mostram que a alegria de viver é uma das chaves mestras que abrem a porta da longevidade. O mundo é dos otimistas – e o segredo para uma vida mais longe pertence-lhes. Um grande dossier da revista Time sobre o envelhecimento mostra como a vida em comunidade, com uma boa base social de apoio, ligada à prática de exercício físico e à moderação nos alimentos que ingerimos podem não só prolongar o tempo em que se anda por cá, como dar-lhe mais qualidade nos anos dourados.
Enquanto isso, a ciência corre na procura da “milagrosa” pílula anti-envelhecimento. E já estivemos bem mais longe de a encontrar, com os últimos ensaios em ratos a mostrarem resultados bem promissores. Outra das respostas da ciência para travar a decrepitude envolve experiências no transplante de órgãos de porcos. Se nisto ainda olhamos para o futuro à procura de respostas, em muitos outros aspetos está nas nossas mãos viver bem a velhice. Com uma certeza: a solidão mata e isto não é um eufemismo – ela aumenta em 26% o risco de se morre cedo.