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O objetivo dos investigadores russos era trazer a unidade de volta para a Terra, depois de ter terminado a sua missão. No entanto, o rocket Briz-M acabou por ficar à deriva e explodir no espaço. A nuvem que se formou depois da explosão desta unidade de aceleração, a 16 de outubro, é das maiores que já se viram nos últimos anos. Há mais de 500 pedaços que, neste momento, podem representar uma ameaça.
A notícia da potencial ameaça que esta nuvem pode representar é avançada pela agência Interfax. Segundo a NASA, há mais de 21 mil dejetos com mais de dez centímetros a flutuar pelo espaço.