O projecto científico foi desenvolvido por especialistas da empresa japonesa, em conjunto com investigadores do Instituto de Tecnologia de Tóquio e das universidades de Tohoku e de Osaka, e foi hoje apresentado publicamente numa feira científica, que decorre em Funabashi, Japão. A nova tecnologia tira partido das propriedades da ferritina, uma proteína de forma esférica, utilizada nas células envolvidas na síntese de compostos férricos e na reserva do ferro. Esta capacidade faz com que seja possível armazenar partículas metálicas nas cavidades da proteína. Este composto é depois aquecido para remover a proteína de deixar o substrato metálico, que fica com as características eléctricas necessárias para funcionar como um elemento de memória. Os investigadores acreditam que esta tecnologia chegará ao mercado dentro de cinco anos e os chips produzidos terão cerca de trinta vezes mais capacidade do que os chips de memória convencionais.