Pedro Marques Lopes

Colunista
Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa, Pedro Marques Lopes é empresário e vive entre Lisboa e Porto. Comentador habitual em vários órgãos de comunicação social há cerca de 15 anos, integra ainda o painel residente dos programas Eixo do Mal (SIC Notícias) e Bloco Central (TSF)
Politicamente Correto

O Governo e os evangelistas televisivos mentem ou são ignorantes?

Qualquer especialista em migrações poderá explicar a Leitão Amaro que, havendo emprego, não há fronteira capaz de impedir que as pessoas procurem uma vida melhor

Politicamente Correto

Bem-vindos a um novo pântano

Tudo o que fizer parte da agenda do Chega será viabilizado pelo PSD. Tudo o que o PSD pretender aprovar do seu arremedo de programa será bloqueado pelo Chega. Ou seja, só passa aquilo que Ventura quer

Politicamente Correto

E não é que esta crónica era para ser sobre o Mundial?

Quando no estádio deixarem de estar os que amam os clubes, os que fazem algum tipo de sacrifício para lá estar, para passarem a ser apenas os que podem pagar muito dinheiro, o futebol passa a ser um espetáculo como outro qualquer. Um jogo sem alma

Politicamente Correto

Miséria, humilhação e ódio – o Portugal que a maioria quer

É uma espécie de dois em um da pulhice: retiram-se empregos a pessoas qualificadas para os entregar a mão de obra desqualificada e praticamente gratuita, que passará a cuidar de idosos, crianças ou pessoas com deficiência

Politicamente Correto

Ressentimento e desespero

Chega a ser espetacular vê-lo falar de reformas com um ar de quem está a revelar o terceiro segredo de Fátima sem dizer uma palavra sobre como essas coisas se levam a cabo

Politicamente Correto

A desigualdade mata democracias

O que sabemos é que não há crescimento do PIB que traga mais igualdade, nem crise que não provoque mais desigualdade

Politicamente Correto

A desconfiança mata a democracia

Já era suficientemente mau termos pessoas normais no poder − eu prefiro homens e mulheres anormalmente bons a liderar o País e as instituições −, mas agora temos, digamos, pessoas abaixo do normal

Politicamente Correto

Estamos cada vez mais sós e mais frágeis

A crise de representação sindical é grave por si mesma, mas é um indicador avançado de uma crise social bem mais profunda: a da falência dos organismos ou instituições intermédias

Politicamente Correto

Influencer, Influencer, Influencer

As pessoas estão mais interessadas em ver os inimigos políticos a serem atacados do que em ter uma Justiça que funcione. Desprezam as garantias de defesa, os princípios fundamentais, se isso servir para atacar os direitos de quem não gostam

Politicamente Correto

Seguro, o melhor apoiante da reforma laboral

Daqui a uns tempos, quando os apoiantes do Chega sentirem na pele as alterações no quadro laboral, o partido encarregar-se-á de lhes mostrar que a culpa de isso estar a acontecer não é da lei, mas dos imigrantes, do Turquemenistão, da corrupção ou do Sócrates. O problema é que eles acreditarão

Politicamente Correto

A lição húngara

O maior desafio é perceber como ultrapassar a destruição dos pilares democráticos. A pergunta é: será possível recuperar a democracia depois de uma experiência como a de Orbán? Ou, no mínimo, quanto tempo levará e o que será necessário para a restabelecer?

Politicamente Correto

Revisão da Constituição ou mudança de regime

Parece que anda tudo esquecido de que, no boletim de voto, não há uma seleção de medidas que aqueles que escolhemos devem ou não implementar. Os deputados não são mandatários

Politicamente Correto

Reformas estruturais ou escolhas ideológicas

Não há nada de errado em querer mudar o País de forma profunda. Pelo contrário. O que é errado é esconder essas escolhas atrás de palavras vazias, como se fossem evidências e não opiniões

Opinião

Saramago e a guerra cultural

Parece que os seus livros vão deixar de ser obrigatoriamente estudados nas escolas secundárias (era assim que se chamavam no meu tempo). Isso, claro está, não altera o que os livros são, nem o que valem, nem o interesse que podem despertar nos mais novos

Politicamente Correto

Tem a palavra o PS. O PSD já se definiu

Passos Coelho tem o processo revolucionário que tanto deseja em curso. O único problema − para ele, claro − é que está a ser levado a cabo sem ele

Politicamente Correto

Estamos adormecidos ou estamos mudados

Não li uma crónica, um editorial. Nenhum daqueles programas de opinião mostrou interesse no assunto. As televisões, que têm debates quase 24 horas por dia, nem de madrugada encontraram espaço para discutir o tema

Politicamente Correto

Passos Coelho regressou, ainda bem

É provável que o PSD recebesse o ex-primeiro-ministro de braços abertos, ainda que com algumas resistências internas, e aceitasse a sua proposta de fazer um bloco de direita radical. Mas o eleitorado do partido ficaria profundamente dividido

Politicamente Correto

Racismo? Sim, também sou culpado

Somos nós, os que dizemos não ser racistas, que toleramos as atitudes mais nojentas. Somos nós os que nos rimos de o Costa ser “monhé” e ao ouvirmos comentários sobre atitudes típicas dos “pretos”, respondemos com sorrisinhos complacentes

Politicamente Correto

Regionalizar é urgente

Quantas mais tragédias terão de acontecer para percebemos que não temos estruturas intermédias e que se não fossem os autarcas os problemas seriam muitíssimo maiores?

Politicamente Correto

O PREC da direita e da esquerda e as presidenciais

Estas eleições deixam absolutamente claro que ou o PSD muda radicalmente (não acredito nisso nem por um segundo) ou esse espaço será preenchido por uma nova força política ou pelo PS moderado

Politicamente Correto

A catástrofe e a propaganda

Já se sabe: basta chegar a um cargo ministerial ou mesmo a primeiro-ministro para um empedernido defensor da regionalização renegar essa convicção. E não, não é por, de repente, ter visto a luz ou se ter apercebido de que seria um erro, é tão-só porque perder poder é coisa que custa muito