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1993 – Michael Jackson arrasa com um visual militar
O espectáculo que dá no intervalo nem sempre foi um momento prestigiante: só em 1993 é que ganhou tamanha reputação, depois de Michael Jackson se ter apresentado no Rose Bowl em Pasadena, Califórnia, com um conjunto preto e dourado de inspiração militar.
O desempenho – introduzido pelo grande James Earl Jones – abriu com o cantor a 2,5 metros de altura do palco, num cenário de pirotecnia, antes de apresentar o seu reportório de músicas contra a violência policial, a guerra e a injustiça.

2004 – “Mau funcionamento” do guarda-roupa de Janet Jackson
Uma década depois, seria a irmã mais nova de Michael a dar nas vistas durante o dito espetáculo ao lado do cantor Justin Tinberlake. Algures a meio do dueto, Timberlake literalmente arrancou uma parte do top de Janet, expondo-lhe o seio a qualquer coisa como 143,6 milhões de telespectadores, nascendo então aquilo a que se chamou o “Nipplegate”.
A Comissão Federal de Comunicações recebeu meio milhão de reclamações e aplicou uma multa à CBS, a cadeia que transmitiu o jogo.
2007 – O timing perfeito de Prince
Vestia um fato azul e laranja, cabelo coberto com um lenço e de guitarra na mão, a interpretar Purple Rain no meio de uma tempestade torrencial simulada, foi um final glorioso para aquela que seria considerada outra das performances mais vistas da história do Super Bowl, qualquer coisa como 140 milhões de pessoas.

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2012 – A vez de Madonna
Há tanto tempo a andar nestas lides mas à rainha da pop faltava ainda o momento Super Bowl. Seria em 2012: para adicionar um brilho extra à sua performance, Madonna contratou o designer Riccardo Tisci, então diretor criativo da Givenchy, para concretizar o que tinha em mente.
E foi então que se apresentou vestida de Cleópatra, com as mesmas asas douradas da Rainho do Egito, sentada no seu trono. “As pessoas dizem que tudo tem um limite, mas com Madonna os limites não existem”, diria, então, Tisci à Vogue.

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2015 – Katy Perry e os brilhos
A moda ganharia de novo destaque quando Katy Perry resolveu usar quatro fatos de Jeremy Scott, o diretor criativo da Moschino, para subir ao palco. O resultado era um casamento perfeito da caricatura exagerada da cantora e da tendência do designer para a cultura pop.
“Sou louco pela cultura pop e, para mim, é uma das coisas mais extraordinárias desta oportunidade”, disse Scott ao site de moda Style.com. “O público é tão vasto, vai tão para lá do nosso mundo de amantes da moda.” Essa audiência vasta acabou pôr traduzir-se em 118,5 milhões de telespectadores..

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2016 – Beyoncé, a ativista
Foi um fim de semana agitado para a artista: no sábado, lançava o vídeo de um novo disco – “Formation” -, uma exploração visual da feminilidade negra sulista. No domingo, subia ao palco para se apresentar num dos eventos mais assistidos do ano.
E fez um espetáculo descaradamente político: primeiro, com um grupo de dançarinos afro com boinas negras, uma referência clara à forma como s Black Panther Party se vestiam nos anos 1960.
Além disso, os dançarinos agruparam-se em forma de X, aludindo assim a Malcolm X – seis meses antes do tal episódio em que Colin Kaepernick se ajoelhou durante o hino, em protesto contra o racismo e a violência policial contra os negros

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2017 – Lady Gaga e o céu
Foi há dois anos que Lady Gaga levou o intervalo do Super Bowl a outras alturas. Entrou em palco ao som de “God Bless America” e “This Land Is Your Land” e usou apena sduas roupas: uma a refletir as cores do arco iris e enfeitada com cristão e um casaco branco com chumaços a fazxer lembrar as ombreiras do futebol. Tudo Versace, claro.