As conclusões de um estudo publicado na revista Psychological Science mostram que quando um rapaz é criado juntamente com muitas raparigas, isso pode influenciar não a sua orientação sexual mas o seu comportamento sexual. Ou seja, mais tarde, a sua linguagem corporal e maneirismos podem ser vistos pelas mulheres como menos atraentes do que os dos que cresceram num ambiente mais masculino.
O estudo especifica que os genes podem determinar a personalidade e o comportamento, mas o ambiente durante os primeiros anos de vida “molda” esse mesmo comportamento.
Para a investigação, uma equipa de biólogos e psicólogos da Universidade do Texas separou dois grupos de ratos recém-nascidos – uns numa gaiola com mais machos e outros noutra dominada por fémeas – e chegou à conclusão que as fémeas se declaravam mais sexualmente disponíveis em relação aos do primeiro grupo.
“E o que aplica aos ratos, pode ter implicações para os humanos”, concluiu o autor do relatório.