“Nunca quis ferir os sentimentos da comunidade (judaica). Muitas pessoas do meu círculo de amigos são judias. Todos os que me conhecem sabem que nunca atacaria uma minoria”, esclareceu.
Em entrevista ao
The Times, sábado, o multimilionário inglês criticou os políticos actuais pela sua fragilidade – “a democracia não fez coisas boas por muitos países, incluindo este (Inglaterra” – e exultou as virtudes de lideranças fortes, citando Hitler.
O dirigente de 78 anos garante que não teve a intenção de citar Hitler como uma exemplo positivo, “mas apenas referir que, apesar dos seus crimes terríveis, actuou com êxito contra o desemprego e crise económica”.
Na sua entrevista polémica, Ecclestone elogiou o desempenho de Hitler: “O certo é que estava em posição de mandar, era eficaz e conseguiu que as coisas funcionassem”.
“No fim perdeu-se, pelo que não foi um bom ditador, pois ou sabia o que estava a acontecer (à sua volta) e insistiu nisso, ou apenas transigiu… em qualquer dos casos, não se portou como um ditador”.
Ao The Times, Ecclestone considerou ainda que “eliminar Saddam Hussein foi uma má ideia”.