
O sistema de leitura dos movimentos está montado na bracelete do relógio, do lado contrário ao mostrador. O objetivo é detetar quais os movimentos que o utilizador está a fazer com o braço, verificar quais os músculos e dedos que são movidos para interpretar esse movimento como um conjunto de instruções, por exemplo, para abrir ou executar ou para avançar ou retroceder, noticia o Gizmodo.
O protótipo, chamado Tomo, usa uma técnica conhecida por Tomografia de Impedância Elétrica, à imagem daquilo que é usado nas TACs ou outros exames de imagiologia médicos. Esta solução é mais rápida e muito mais barata do que as versões usadas em hospitais e laboratórios e cra uma imagem do interior do braço, enviando pequenos sinais elétricos para detetar movimentos.
A interpretação do movimento é feita com base nessa imagem de baixa resolução que é gerada, pelo que o reconhecimento pode ser feito mesmo no escuro ou se o utilizador estiver de luvas.
A grande dificuldade para já é tornar o sistema mais amigável para poder ser usado e fazer com que seja possível reconhecer os mesmos gestos desempenhados por pessoas diferentes ou quando são feitos com o sensor colocado mais para um lado ou para outro.
Ainda não há indicações de quando é que esta inovação pode chegar ao mercado.