
competição pública já teve 30 empresas inicialmente. Agora, há apenas 18 instituições que ainda podem arrecadar os 30 milhões de dólares para chegarem à Lua. O incentivo da Google Lunar X Prize é assegurado pela gigante da Internet e pela X Prize, uma organização sem fins lucrativos especializada em encontrar soluções para problemas complicados através do método de competições públicas. Foi neste sistema que Lindbergh se inspirou para fazer o seu voo entre Nova Iorque e Paris, explica a Cnet.
Agora, a GLXP pretende encontrar uma instituição que consiga lançar uma sonda para a Lua, que se mova 500 metros à superfície lunar e que envie fotos e vídeos de alta definição durante todo o percurso.
Por agora, há cinco instituições bem colocadas para receber uma bolsa de seis milhões de dólares, se atingirem determinados patamares nesta fase de testes que vão decorrer até setembro.
A Astrobotic dos EUA pretende lançar a sonda num SpaceX Falcon 9 e usar painéis solares e camaras em stereo HD para captar imagens em 3D. A japonesa Hakuto tem um sistema que inclui uma sonda de duas rodas secundária dentro de uma principal, de quatro rodas. A indiana Team Indus pretende exponenciar as suas hipóteses de sucesso enviando não uma, mas duas sondas.A Moon Express, também dos EUA, quer minar helium-3 na superfície da Lua. Por fim, os Part-Time Scientists da Alemanha têm uma abordagem mais conservadora e que inclui uma sonda de quatro rodas com uma câmara colocada no topo.