
Estes cientistas criaram uma nova técnica, a “reactionware”, que poderá permitir a qualquer impressora 3D tornar-se um laboratório farmacêutico. O processo envolve a criação de objetos a partir de um gel, através de uma seringa controlada roboticamente. A equipa de investigação explicou à BBC que o funcionamento deste método assemelha-se ao de um bolo com camadas.
Primeiro é impresso o último reagente, depois uma camada de produtos químicos e por fim uma camada líquida que vai criar uma nova molécula, em conjunto com o primeiro reagente.
Lee Cronin, da equipa de Glasgow, explica que neste processo, o próprio contentor dos químicos faz parte do processo de reação. Este método implica ainda uma nova forma de pensar para os químicos que estão envolvidos na criação de medicamentos.
A equipa espera que a tecnologia possa ser usada pelas farmacêuticas em cinco anos. Em 20 anos, prevê-se que possa passar a ser usada em casas, com aplicações cuidadosamente desenhadas.