Viva a “revolução miserável”!
Cresci, em miúda, com um dilema que ainda não resolvi: pode-se dizer tudo mas não se pode fazer tudo? Ou pode-se fazer tudo, mas não se pode dizer tudo?
"We love you from the moon" mas de perto não apreciamos as tuas curvas
Passamos os dias a gerir pequenas vergonhas que acabam por nos transformar e por definir a sociedade que construímos, enquanto assistimos, não sem pasmo, mas ainda assim com algum grau de permissividade, às atrocidades e às escolhas que se praticam em nosso nome e sem vergonha nenhuma
Que fizemos de errado para os nossos filhos votarem Cotrim?
Carta de Patrícia Portela para Cláudia Lucas Chéu
A liberdade é uma questão de estilo? Mais uma carta de Patrícia Portela para Cláudia Lucas Chéu
Tenho vergonha, Chéu, e a leve sensação de estar a contribuir para sistemas e para ações que abertamente condeno nas conversas que tenho mas acabo por promover de cada vez que faço uma leitura imediata (e preconceituosa) dos estilos e dos vícios das outras
A vergonha tem de mudar de lado: A primeira carta de Patrícia Portela para Cláudia Lucas Chéu
É curioso como a vergonha e a felicidade podem estar relacionadas de forma absolutamente tóxica e doente, guiando as nossas vidas por vezes até buracos profundos de onde é difícil sair