Martin Whitmarsh, patrão da McLaren-Mercedes, afirmou que o papel de Dave Ryan nos acontecimentos de domingo passado “tiveram graves consequências para a equipa”.
Martin Whitmarsh pediu desculpas pelo ocorrido e disse que a suspensão foi aceite pelo director desportivo da equipa, que acompanhou Hamilton quando este foi ouvido sobre os incidentes de domingo na primeira prova do Mundial.
Os comissários desportivos do Grande Prémio da Malásia de Fórmula 1 decidiram retirar o terceiro lugar que tinha sido atribuído a Lewis Hamilton por penalização de 25 segundos imposta a Jarno Trulli, e devolver essa classificação ao italiano, da Toyota.
A decisão foi tomada depois de os comissários terem analisado novas provas, incluindo comunicações rádio entre os pilotos e as equipas e os registos de telemetria, relativas à análise de uma ultrapassagem de Truli, que inicialmente os comissários de Melbourne consideraram que teria violado regras da Fórmula 1.
Um comunicado da Federação Internacional do Automóvel (FIA) afirma que “tendo em conta novos dados que lhes foram apresentados”, os comissários desportivos consideraram que Lewis Hamilton “agiu de modo prejudicial” ao apresentar “provas deliberadamente enganosas” quando foi ouvido após a corrida do grande prémio da Austrália.
A recuperação do terceiro lugar confere a Trulli seis pontos e permite que a Toyota suba ao segundo lugar da classificação por equipas, devido ao facto de outro piloto da escuderia, o alemão Timo Glock, ter ficado em quarto lugar em Melbourne.