Esta é a última semana em que tenho o privilégio de assinar uma página de opinião enquanto diretor da VISÃO. Também aqui se abre outro ciclo, com uma nova direção editorial, a quem desejo as maiores felicidades pessoais, sabedoria e êxito na condução da revista. Foram 14 anos de direção, quatro enquanto adjunto de Carlos Cáceres Monteiro, e 10 como diretor. Agradeço esses 14 anos às muitas pessoas que tornaram possível, todas as semanas, a produção, impressão e distribuição da revista. É um mundo que se mobiliza, de colunistas e colaboradores, de fontes de informação, de jornalistas, gráficos, revisores, produtores, equipas de secretariado, publicidade e marketing, gestores… Um esforço que junta notáveis e menos notáveis, mas todos eles fundamentais para que a revista ganhe a sua razão de ser, chegar aos quiosques e às caixas de correio que dão acesso aos leitores.
Não farei neste fórum agradecimentos pessoais, que deixo para a esfera em que devem ser feitos. Mas é impossível não deixar algumas notas de gratidão. Antes de mais, aos leitores. Sem eles não teria estado, seguramente, tanto tempo na direção da VISÃO. Depois, à Impresa, que depositou a sua confiança em mim ao longo de todo este tempo e enriqueceu os meus horizontes abrindo-me a porta a muitas áreas do grupo, em diferentes fóruns transversais de discussão e decisão. E, por último, de forma especialmente sentida, a toda a equipa que faz a VISÃO, a VISÃO Júnior, a VISÃO História e o Jornal de Letras e que sempre senti e procurei defender, em momentos melhores e piores, como a “minha” equipa.
Do meu lado foram 14 anos que não trocaria por coisa alguma, embora tenha a certeza que várias coisas ficaram por fazer. Uma delas, seguramente, mudar a fotografia que ilustra esta página. Passaram 10 anos e, infelizmente, já não retrata fielmente o seu dono… Mas não dramatizemos por tão pouco. Felicidades para todos e para a VISÃO. Até já,
Pedro