Pedro Joel

CEO da Float Health
Opinião

Outubro é rosa. Mas a saúde da mulher tem mais cores

Todos os anos, a campanha “Outubro Rosa” pinta Portugal e o mundo de cor-de-rosa e prova o poder da mobilização contra o cancro da mama. Ainda assim, a saúde das mulheres enfrenta desafios que vão muito além desta causa. Porque a maior parte das razões que condicionam a saúde feminina não cabe num laço cor-de-rosa

Opinião

O tratamento que cabe num telemóvel: a receita que pode aliviar o SNS

As terapêuticas digitais tratam a insónia, a ansiedade e a dor crónica com eficácia clínica comprovada - e já são pagas, ainda que de formas diferentes, pelos sistemas públicos da Alemanha e de França. Portugal aprovou o seu primeiro caso este ano, um só, negociado com uma única empresa. Enquanto não houver regra geral, a exceção continuará a ser tudo o que o Serviço Nacional de Saúde tem para oferecer

Quando sintomas comuns escondem um problema mais grave que pode provocar outros mais graves ainda
Opinião

Genética sem legendas: o problema dos testes de ADN de venda ao público

Os testes de ADN de venda ao público tornaram‑se um fenómeno global. O que começou como uma curiosidade tecnológica, permitindo descobrir a “percentagem de origem viking”, evoluiu para um mercado multimilionário de entretenimento genético que promete respostas rápidas sobre saúde, risco de doenças e até traços de personalidade

Opinião

O verão é o novo inverno da saúde

Durante décadas, o verão foi tratado como uma pausa. Hoje, é uma estação de risco que exige a mesma preparação que o inverno

Opinião

A saúde mental na era da empatia sintética

No Dia Mundial do Cérebro, a discussão sobre a Inteligência Artificial precisa de superar o velho debate em que a tecnologia ou é um milagre absoluto ou uma ameaça apocalíptica. A verdadeira transformação é muito mais subtil e acontece no modo como reconfiguramos as nossas funções cognitivas básicas

Opinião

Quando sobreviver ao cancro não chega

A Europa contava, em 2020, com 23,7 milhões de sobreviventes de cancro. É um triunfo da medicina, mas também o sinal de uma mudança que ainda não foi plenamente absorvida: sobreviver ao cancro já não basta. É preciso saber como viver depois

Opinião

Como os medicamentos para a obesidade estão a mexer com o consumo

Quando uma terapêutica transforma o apetite, não muda apenas uma variável clínica; muda também a forma como se compra, se cozinha, se escolhe um restaurante ou se pensa uma ida ao supermercado. É nesse movimento, discreto, mas acumulado, que estes fármacos começam a reconfigurar a economia do consumo