Serviços essenciais: quanto custa, afinal, não rever contratos?
Não rever contratos de serviços essenciais não é apenas uma questão de ineficiência. É uma forma de perder margem todos os meses, sem dar por isso. É adaptar o orçamento a encargos que poderiam ser mais baixos, reduzindo espaço para poupança, investimento ou simplesmente para maior tranquilidade
Quando a vida muda, mas as decisões financeiras ficam
Rever decisões financeiras implica parar, criar espaço para analisar, questionar escolhas passadas e, em muitos casos, admitir que aquilo que foi adequado numa fase da vida pode já não o ser noutra
Decisões financeiras são emocionais — mesmo quando achamos que não
“Mais vale não mexer”, “depois vejo”, “agora não é o momento”. É este tipo de pensamento que mantém decisões erradas durante anos. Não porque sejam boas, mas porque são familiares. E, para muitas pessoas, o familiar continua a ser mais confortável do que o potencialmente melhor
Antes de falhar pagamentos: o que deve fazer com os seus créditos
Aqui entra um elemento que muitas famílias ainda subestimam: o papel dos intermediários de crédito.
O mito do “não é por aqui”: onde o seu dinheiro realmente está a desaparecer
Serviços de streaming, subscrições digitais, aplicações, ginásios pouco utilizados, entregas ocasionais de comida, cafés diários, compras impulsivas de baixo valor. Individualmente, cada uma destas despesas parece irrelevante. Isoladamente, dificilmente justificaria preocupação
Euribor a subir? Antes de alarmes, convém perceber como funciona o seu crédito
Quando se trata de crédito à habitação, a diferença entre preocupação e tranquilidade está muitas vezes em algo muito simples: perceber bem como tudo funciona
Orçamento familiar: porque quase todos acham que sabem… e poucos sabem mesmo. Mais um Finanças com Cabeça
A maioria das pessoas acredita que fazer um orçamento significa registar despesas: guardar talões, consultar movimentos bancários, categorizar gastos numa aplicação. numa folha de cálculo ou num papel. Esse exercício pode ser útil, mas na maior parte dos casos não é um verdadeiro orçamento
Quando a guerra chega ao orçamento familiar. A análise e os conselhos na rubrica Finanças com Cabeça
Não controlamos a guerra nem o preço do petróleo, mas controlamos a forma como gerimos o nosso orçamento
Finanças pessoais: a grande ilusão de achar que está tudo controlado
Débitos diretos, renovações automáticas e subscrições criam conforto — mas também podem esconder milhares de euros que nunca voltámos a questionar
Despesas fixas: a soma pesa mais do que imagina. Como não cair na armadilha?
Não é uma conta exagerada que desequilibra o orçamento. É a soma silenciosa de decisões aparentemente razoáveis
Crédito: quando a prestação decide a sua vida (e não o contrário)
O problema não é ter crédito. É deixar que ele ocupe mais espaço do que aquele que estava disposto a ceder
Porque é que tantas famílias vivem no limite mesmo com rendimento estável?
Viver no limite não é inevitável. Em muitos casos, é apenas o resultado de decisões que nunca mais foram revistas. E rever decisões — ao contrário de aumentar rendimentos — é um ponto de partida que está, hoje, ao alcance de qualquer um de nós
Viva melhor com o que ganha. A estreia de Finanças com Cabeça
A ideia de “viver melhor com o que se ganha” pode soar a provocação num contexto de salários baixos e custo de vida elevado. Mas é precisamente por isso que é necessária. Porque enquanto se espera por melhores rendimentos, continuam a tomar-se decisões todos os meses — algumas acertadas, outras que comprometem o futuro sem que disso se tenha plena consciência