A escravidão do êxtase
Trata-se de uma espécie de “Ambrósio, apetece-me algo”, só que mais complexo, porque agora apetece-nos algo a toda a hora, e bem mais bizarro que um bombom com picos. Apetece-nos algo ao ponto de não nos apetecer quase nada pela fadiga que é apetecer-nos quase tudo, e tudo extenuantemente excêntrico