Francisco Seixas da Costa

Francisco Seixas da Costa

Opinião

Portugal e Israel – depois do 25 de Abril

Foi precisamente em Gaza, na noite de 4 de novembro de 1995, durante um jantar com Yasser Arafat, que recebemos a notícia de que um extremista sionista havia assassinado Rabin – em casa de quem havíamos almoçado na véspera. Dois dias depois, estaríamos em Jerusalém para o seu funeral – que pode ter sido também o enterro de uma paz possível na região

Pensar
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Portugal e Israel: o tempo do Estado Novo

A crescente hostilidade de Israel leva Portugal a abster-se nas votações sobre o conflito israelo-árabe nas Nações Unidas, numa tentativa – quiçá ingénua – de mitigar a animosidade israelita

Mundo
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Trump ou a orgia de poder

Trump é um homem de negócios. Olha o mundo como um espaço de transações. Vive obcecado com o lucro, com as vantagens

Sociedade
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O outro lado do vento

Estará a guerra prestes a transbordar do cenário russo-ucraniano e a alargar-se a geografias europeias adjacentes? Esta é uma questão que, a cada dia que passa, inquieta, de forma crescente, os cidadãos do continente

Mundo
Exclusivo

E se Trump voltar?

Se Donald voltar a ganhar as presidenciais dos EUA, em novembro, as ondas de choque serão muito superiores às registadas aquando da sua primeira passagem pela Casa Branca. E a ordem internacional vai conhecer um profundo abalo

Mundo
Exclusivo

O regresso de Bond, por Francisco Seixas da Costa

Eles aí estão, pelo mundo, de volta à ribalta –nos jornais, na política, na Academia, nas fardas –, os viúvos da Guerra Fria

Guerra na Ucrânia
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A Rússia de Putin: O que correu mal?

A Rússia de Vladimir Putin, um homem que terá concluído que tinha mais vantagens em ser temido do que em ser respeitado, já não é a mesma que existia no fim da Guerra Fria. Mas muitas feridas continuam abertas

O tempo e o medo
Opinião

O tempo e o medo

[É preciso] conduzir a comunidade internacional a chamar à responsabilidade países que se sabe serem cúmplices dessa máquina de terror, que financiam as suas atividades, ajudam ao seu rearmamento, deixam circular os seus quadros, facilitam a recolha do seu petróleo e servem de vias para o tráfico de obras arqueológicas